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Política

TRF4 manda soltar o ex-presidente Lula

O Dia Jundiaí

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Em decisão neste domingo (8), o desembargador federal Rogério Favreto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), com sede em Porto Alegre, decidiu conceder liberdade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso desde 7 de abril deste ano em Curitiba. Lula foi condenado no processo do triplex, no âmbito da Operação Lava Jato, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O despacho determina a suspensão da execução provisória da pena e a liberdade de Lula. Favreto é desembargador plantonista é já foi filiado ao PT. Ele se desfiliou ao assumir o cargo no tribunal.

“Cumpra-se em regime de URGÊNCIA nesta data mediante apresentação do Alvará de Soltura ou desta ordem a qualquer autoridade policial presente na sede da carceragem da Superintendência da Policia Federal em Curitiba, onde se encontra recluso o paciente”, diz trecho da decisão.

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Jundiaí

Eleições 2020: Márcia Pará lança pré-candidatura

O Dia Jundiaí

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Na última quinta-feira (7), a ativista política de 32 anos, Márcia Pará, lançou a sua pré-candidatura à prefeita de Jundiaí. Principal opositora à gestão de Luiz Fernando Machado (PSDB), Márcia carrega como principal bandeira a renovação geral da política da cidade.

Para provar que seu principal foco é a renovação, a pré-candidata se desfiliou do MDB, partido do qual foi filiada por oito anos e está estudando um partido que também abrigue o projeto de renovação geral, que conta, em sua maioria, com jovens que pretendem ocupar os espaços públicos. Visando se desvencilhar de figuras da velha política, Márcia afirma que nenhum destes será aceito em seu futuro partido. Quanto ao posicionamento político, Márcia afirma ser de centro.

Segundo Márcia, após o lançamento de sua pré-candidatura, alguns políticos tradicionais da cidade ligaram para ela oferecendo abrigo em seus partidos, mas houve recusa por sua parte, já que não condiz com a renovação pregada.

Jornais tendenciosos, ação orquestrada e ataques

Logo após o anúncio de sua pré-candidatura, Márcia sofreu ataques de alguns jornais de Jundiaí, que tentaram ligá-la ao ex-prefeito Pedro Bigardi (PDT), que provavelmente concorrerá contra Márcia o cargo de prefeito. Segundo ela, o que causa estranheza é que dois jornais que recebem verba de publicidade da Prefeitura de Jundiaí postaram matérias semelhantes, inclusive com posicionamento de fotos idênticos. Além disto, um dos jornais patrocinou a matéria no Facebook.

Gestão atual

“É notório o descontentamento da população com esta gestão, e eu particularmente acho péssimo, pois não tem dado conta de resolver as coisas básicas da cidade, como por exemplo, a poda do mato. O governo tem sido tão ruim na cidade que as pessoas que sempre apoiaram o prefeito estarão conosco na chapa de oposição, que inclusive já tem diversos pré-candidatos à vereança”, afirma Márcia.

Oposição e posicionamento

Márcia afirma que a tentativa de ligá-la ao Bigardi é na realidade uma tentativa de liga-la à esquerda, mas a pré-candidata afirma que não tem nenhum vínculo com a esquerda e que a nova oposição jundiaiense não será vermelha.

“Será um movimento do próprio povo, que está indignado com os políticos tradicionais da cidade”, afirma.

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Brasil

Sob ameaças de morte, Jean Wyllys abre mão do mandato e deixa o Brasil

O Dia Jundiaí

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‘Quero me manter vivo’, diz deputado Federal do Partido Socialismo e Liberdade (Psol)

O deputado federal pelo Partido Socialismo e Liberdade (Psol), Jean Wylly ira entregar o mandato e deixará o Brasil. Em uma entrevista concedida ao jornal Folha de S. Paulo, o parlamentar contou que, desde de que sua companheira de partido Marille Franco foi assassinada, ele vive sob escolta policial diante das inúmeras ameaças de morte. 

“O [ex-presidente do Uruguai] Pepe Mujica, quando soube que eu estava ameaçado de morte, falou para mim: ‘Rapaz, se cuide. Os mártires não são heróis’. E é isso: eu não quero me sacrificar”, explicou Wyllys. Ele está de férias no exterior e revelou ao jornal que, após deixar a política, irá se dedicar à carreira acadêmica.

Ainda segundo o parlamentar, que foi eleito pela terceira vez consecutiva como deputado federal, o que também fortaleceu a ideia de deixar o país e o mandato foi a possível relação do senador eleito e filho de Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, com a milícia carioca. 

“Me apavora saber que o filho do presidente contratou no seu gabinete a esposa e a mãe do sicário. O presidente que sempre me difamou, que sempre me insultou de maneira aberta, que sempre utilizou de homofobia contra mim. Esse ambiente não é seguro para mim”, desabafou. 

Durante a entrevista à Folha, Wyllys lamentou a falta de liberdade no Brasil e de como a sua decisão foi difícil. 

“Como é que eu vou viver quatro anos da minha vida dentro de um carro blindado e sob escolta? Quatro anos da minha vida não podendo frequentar os lugares que eu frequento?”, questionou.

Ele também afirmou que irá se afastar das redes sociais e irá procurar não acompanhar a repercussão da sua decisão.

“Essa não foi uma decisão fácil e implicou em muita dor, pois estou com isso também abrindo mão da proximidade da minha família, dos meus amigos queridos e das pessoas que gostam de mim e me queriam por perto”, lamentou.

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Política

Sérgio Moro suspende decisão do TRF-4 que mandou soltar Lula

O Dia Jundiaí

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O juiz Sérgio Moro, da 13 ª Vara Federal de Curitiba (PR), determinou neste domingo (8/7) a suspensão da soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, expedida pelo desembargador Rogério Favreto, do TRF-4.

De acordo com ele, o desembargador não tem competência para monocraticamente questionar decisão de instância superior.

Lula está preso desde o dia 7 de abril, após ter sido condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em duas instâncias, no caso do triplex em Guarujá (SP). Ele foi o primeiro ex-presidente do Brasil condenado por crime comum.

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