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A terceira via que pode decidir – Análise Conjuntural Política de Jundiaí

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Se foram quase três anos da vitória do Prefeito Luiz Fernando Machado nas urnas. Vitória expressiva por sinal, na cabeça de exatos 58,58% do eleitorado jundiaiense era a continuação do “tucanato” já conhecido por vinte anos seguidos e aprovado por grande parcela da população de Jundiaí.

Notavelmente, essa aprovação histórica não teve impacto no governo atual e sua aprovação, reflexo disso é o fato de não ter uma pesquisa de aprovação realizada desde o início da gestão Luiz Fernando Machado, a voz da rua é o marketing negativo, no momento errado para quem quer e precisa da reeleição.

Retirando o batalhão de comissionados a postos em cada publicação do Prefeito, sobram pouquíssimos comentários positivos e nessa hora o número engana quem observa de dentro. O descontentamento parece geral no boca a boca da cidade, comprovado até pela falta da pesquisa encomendada pelos próprios, política diferente de como fizeram por vinte anos, onde usava-se a aprovação como artificio.

Vendo por esse lado parece impossível a reeleição do Prefeito né? Mas, não! Como então? um prefeito sem aprovação e contestado tem chances? Aí que começa o jogo eleitoral e as cartas de cada um. Hoje o atual cenário seria um bis de 2016, claro que vai ter muitas andanças, a Márcia Pará por exemplo, já se colocou na disputa como pré-candidata, mas analisando friamente a disputa ficaria novamente em um LFM x Pedro Bigardi. E é nisso que o Prefeito aposta: a polarização esquerda x direita, mortadela x coxinha. Mesmo blá-blá-blá de 2016, que acompanhado do cenário nacional pós impeachment, com a lava-jato em destaque, facilitou a vida de quem tinha adversário à esquerda, como ocorreu por aqui.

Novamente o cenário nacional conta na leitura dessa estratégia tucana de polarização, nas urnas a menos de 1 ano a cidade contribuiu para a eleição do Presidente Bolsonaro com 170 mil votos, 78% do eleitorado demonstrou a convicção política que domina na cidade um certo conservadorismo de direita, que já era bem claro pelo histórico político recente, mas que foi evidenciado por números recentes. Esses números dizem muito da eleição de 2020 e é carta na manga para uma possível reeleição do atual prefeito.

E é aí que eu queria chegar! E se, aparecer um nome forte como terceira via como quase ocorreu em 2012, que antagonize com essa polarização encaminhada? que fuja desse calabouço ideológico e discuta o futuro e o crescimento, de fato, de nossa cidade?

Um nome? O próprio Ricardo Benassi poderia tentar fazer esse papel novamente. Mais um? Gustavo Martinelli que teve uma alta votação para deputado, já tem bastante tempo de legislativo e poderia alçar um vôo para o executivo. Alguém do PSL? Talvez.

Qualquer candidatura de peso que fuja da lógica enraizada de polarizar a cidade terá grandes chances. Quando digo “peso” quero dizer investimento mesmo, campanha é comunicação em massa da maneira mais clara: chega para mais pessoas quem usa mais recursos técnicos e tem mais recursos financeiros.

Nascido e criado em Jundiaí, sou filho da "nossa terra querida". Jornalista e Advogado porém não acredito na justiça e a faço em forma de palavras.

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Renda Básica Emergencial: veja se você tem direito!

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O novo coronavírus, além de devastar os sistemas de saúde mundo afora, vem desestabilizando economias e deixando milhares de desempregados ao redor do globo.

No Brasil, a situação não poderia ser diferente. Por conta disso, o governo começou a tomar medidas de ordem emergencial para combater os avanços do impacto da COVID-19 na economia e, apesar de tímidas, tais medidas podem gerar um alívio em quem perdeu parcial ou completamente a renda neste período de isolamento.

Uma das medidas aprovadas recentemente é a renda básica emergencial. A proposta, feita pelo Governo Federal, era o pagamento de um auxílio de R$ 200,00 por um período de dois meses para trabalhadores informais. No entanto, na Câmara de Deputados, o auxílio foi aumentado para R$ 600,00 por pessoa, podendo chegar a R$ 1.200,00, por um período mínimo de 3 meses.

Quem tem direito?

Terão direito ao auxílio todas as pessoas maiores de dezoito que atendam aos requisitos do CadÚnico para pessoas de baixa renda, o cadastro do governo federal para o pagamento de benefícios sociais, além de outros requisitos estabelecidos pelo governo. Assim, poderão receber o benefício todas as pessoas maiores de 18 anos que:

  • Não tenham carteira assinada;
  • Seja um microempreendedor individual (MEI) cadastrado;
  • Desempregados, desde que não recebam o seguro desemprego.

Além disso, como o benefício é destinado a pessoas de baixa renda, é necessário cumprir alguns requisitos em relação à renda:

  • Possuir renda total mensal inferior a três salários mínimos (R$ 3.135,00);
  • Possuir renda per capita (por pessoa) inferior a meio salário mínimo (R$ 522,50);
  • Não ter tido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70  em 2018.

Além dessas pessoas, está em votação na Câmara de Deputados uma alteração do projeto para incluir mães adolescentes, pais solteiros, além de outros profissionais como sócio em empresa inativa, pescadores, caminheiros, camelôs, taxistas, motoristas de aplicativos, dentre vários outros.

Quem não tem direito?

Pessoas que recebam qualquer tipo de benefício do governo, com exceção do bolsa-família, aposentados e pensionistas, além de funcionários públicos, não terão direito ao benefício.

Como funciona o auxílio para quem tem Bolsa Família?

Quem recebe o Bolsa Família poderá receber o auxílio emergencial, no entanto, não poderá acumular com os dois benefícios. Assim, deverá optar pelo Bolsa Família ou pelo auxílio emergencial. Ao fim da pandemia, a pessoa voltará a receber o Bolsa Família normalmente.

Quanto vou receber?

Cada adulto da família receberá R$ 600,00, no entanto, o valor não poderá ultrapassar R$ 1.200,00. Logo, só será possível acumular dois benefícios por família. Mães solteiras ou chefes de família receberão o benefício dobrado, ou seja, R$ 1.200,00.

Como faço para receber o auxílio?

Quem receber o bolsa família receberá o auxílio automaticamente. O mesmo acontecerá com quem for inscrito no CadÚnico e se encaixar nos requisitos citados acima. No entanto, caso você não seja inscrito no CadÚnico e nem receba bolsa família, é necessário realizar um cadastro na plataforma digital criada pelo governo com este fim.

Quando começo a receber?

A primeira parcela do benefício começou a ser pago de maneira automática para todos aqueles que tinham conta corrente ou poupança na Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil em 09 de abril (quinta-feira). No dia 13 de abril (segunda-feira), começaram os pagamentos das mulheres que são chefes de família. No dia 14 (terça-feira), serão realizados os pagamentos das pessoas inscritas no CadÚnico que não possuem conta em nenhum banco (para essas pessoas, o governo abrirá uma poupança digital gratuita na Caixa Econômica Federal).

Para quem recebe o bolsa família, o auxílio será pago na data de pagamento do bolsa família. Por sua vez, as pessoas que fizeram o cadastro na plataforma deverão esperar até 5 dias úteis para que o DataPrev autorize o pagamento e mais 3 dias úteis para que ele seja efetuado.

As demais parcelas do benefício serão pagas entre os dias 27 e 30 de abril e 26 e 29 de maio, de acordo com o mês de nascimento. A única exceção são os inscritos no bolsa família, que receberão no dia de pagamento do bolsa família.

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5 dicas para quem vai passar as férias com os avós

Atividades podem ser feitas em conjunto e promovem saúde e bem-estar

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Foto: Divulgação/Assessoria de Imprensa

Férias é sinônimo de descanso, lazer e viagem. Tem quem decide conhecer lugares novos, tem aqueles que vão aproveitar o tempo livre com a família, curtir os avós. Se este for o seu caso, saiba que opções não faltam para trazer diversão a todos e, ainda, beneficiar a saúde dos idosos.  

Por isso, com base em algumas das atividades inclusas na sua programação mensal, a Cora Residencial Senior, rede de residenciais – pertencente ao grupo BSL (Brasil Senior Living) – referência na promoção de bem-estar e qualidade de vida para idosos, listou cinco opções de lazer e suas vantagens para aproveitar junto com os avós, confira:

  1. Caminhar no parque

Tirar um dia para ir ao parque estimula o idoso a praticar um exercício físico moderado, de baixo impacto, o que evita o risco de lesões. Além disso, favorece o contato com a natureza, onde o ar tende a ser mais puro, e também com o sol, o que facilita a absorção de vitamina D, essencial para evitar problemas como osteoporose. A recomendação é optar por períodos de menor intensidade dos raios solares (evitar o horário entre 10h e 16h).  

Para a Dra. Ana Catarina Quadrante, geriatra da Cora, é importante, sempre que possível escolher opções que trabalhem a mobilidade. “É fundamental manter o corpo em movimento, realizar deslocamentos a pé quando possível. A prática de atividades físicas, além de auxiliar no controle e prevenção de doenças crônicas, também ajuda na manutenção da capacidade funcional”.

  1. Jogar videogame

Estudos mostram que os games trazem muita diversão e atuam no bem-estar, em todas as idades. Por isso, quando não der para sair de casa, optar pelos jogos eletrônicos é uma ótima opção para estimular o raciocínio e a memória. Aparelhos que exigem o uso de movimentos corporais, como o Xbox, também atuam na parte motora.  “Os videogames trazem benefícios aos idosos ao trabalhar a motricidade, a parte visual e estabelecer conexões neurológicas, ou seja, ativa múltiplas funções. Ao jogar junto com outra pessoa, há um incentivo também à interação social”, informa a Dra. Julliana Lianza, geriatra da instituição. 

  1. Horta terapia

Plantar e cuidar árvores frutíferas ou verduras é uma terapia para os idosos e a prática fica mais divertida se realizada em conjunto. Estimula a parte física, reduz o estresse, a ansiedade e é uma opção contra o sedentarismo. Caso na residência não haja quintal, pode-se optar pela horta vertical e plantar uma variedade de temperos, que podem ser usados futuramente.

  1. Atividades artísticas

Trabalhar o lado lúdico é fundamental para o funcionamento cérebral, já que estimula a criatividade, a imaginação e a memória. Pintar uma tela, fazer um desenho, colorir uma imagem são ações bem simples de serem praticadas entre avós e netos. Sugerir um filme para assistirem juntos e, depois, conversarem a respeito também é interessante.

  1. Contato com Pets

O contato com animais domésticos, comprovadamente, desencadeia uma série de fatores positivos, como bem-estar, afeto, autonomia e sensibilidade e benefícios à saúde física e mental dos idosos.  “Vários estudos mostram que há uma melhora no controle da pressão arterial, bem como nos índices de depressão e ansiedade”, acrescenta a Dra. Quadrante.  Sem contar que é uma atividade que tem grande aceitação. 

Caso a família não tenha um pet, pode-se verificar se algum vizinho tem e sugerir fazer passeios com o bichinho. É importante que ele esteja devidamente higienizado e vacinado.

Enfim, diversão não falta. Só é preciso escolher opções de lazer que o idoso mais goste e que mais se adaptem às suas condições físicas.

Sobre

A Cora Residencial Senior pertence ao grupo BSL (Brasil Senior Living), que administra os serviços da AssistCare e o hospital de cuidados paliativos Sainte-Marie. O residencial tem um ambiente moderno totalmente pensado e desenvolvido para garantir a vitalidade, longevidade e qualidade de vida dos idosos, por meio de experiências que proporcionam bem-estar aos residentes. Diferente dos outros residenciais, a Cora se destaca pelo calendário de atividades que promovem experiências de socialização, descontração, autoestima, engajamento e auxiliam na coordenação motora. Possui ambientes amplos e acolhedores, profissionais multidisciplinares e especializados em cuidados na área de nutrição, medicina e enfermagem. A Cora conta com unidades em localizações privilegiadas da cidade de São Paulo (Jardins, Ipiranga, Tatuapé, Campo Belo, Villa Lobos e Higienópolis).

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Finanças pessoais: faça um bom planejamento em 2020

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Foto: Internet/Google Imagens

Por Dora Ramos

Gerenciar as finanças pessoais não é uma tarefa fácil e exige muito planejamento, dedicação e estratégia, mas quando bem-feita permite grandes conquistas financeiras. É fundamental saber o somatório dos ganhos obtidos, e o quanto deste valor é consumido por despesas durante o mês.

Início do ano, embora muitos se esqueçam, é época de gastos que pesam no bolso com o pagamento de impostos (IPTU e IPVA), rematrícula e a compra de material para os filhos. Por isso, é preciso ter um planejamento bem estruturado e detalhado com peculiaridades de cada mês para evitar problemas ao longo do ano, ou seja, é necessário saber qual é a situação, onde está e como deseja organizar suas finanças.

Já se perguntou para onde vai o seu dinheiro? Uma boa forma para responder à questão é registrar todos os seus gastos: você pode utilizar ferramentas tecnológicas como aplicativos de celular, planilhas ou até mesmo um caderno de anotações, além disso, conferir periodicamente seus extratos bancários e refletir sobre os gastos que talvez não fossem necessários. Medidas simples como nos trazem consequências benéficas e garantem a tranquilidade para o bolso, assim, você saberá exatamente para onde seu dinheiro está indo e terá clareza da sua situação. 

Comece a realizar um passo de cada vez para enxergar os resultados das ações adotadas. Se está devendo, negocie. Se não negociar, a situação poderá se agravar. A expressão é antiga, mas é verdadeira: a vida é feita de escolhas, e são elas que vão definir a saúde da sua vida financeira neste início de ano. Tenha clareza de suas metas e objetivos, se quer poupar e irá começar a guardar dinheiro, escolha o que deixará de comprar e, de preferência, livre-se do cartão de crédito, é o grande vilão das dívidas dos brasileiros devido a seus altos juros.  Segundo estudo do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), 25% dos brasileiros que utilizaram o cartão de crédito em 2018 estão inadimplentes.

Após regularizar a sua situação, aproveite a “folga” para poupar. O indicado é que essa quantia esteja entre 10% e 30% de tudo que você ganha por mês. Estabeleça metas para estimular os investimentos realizados definindo com clareza o que fazer com o rendimento. Além de apenas guardar o dinheiro, também é possível efetuar aplicações mais ousadas, mas se você for mais conservador, procure por aplicações seguras e estáveis, por exemplo: certificado de Depósito Bancário (CDB) e Tesouro Direto.

Em 2020, comece os meses de maneira diferente e entenda que cada uma das suas escolhas feitas daqui para frente significará uma mudança em sua vida e cotidiano.    

*Dora Ramos é contadora e orientadora financeira com mais de 30 anos de experiência. Empreendedora desde os 21 anos, é CEO da Fharos Contabilidade e Gestão Empresarial.

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