Tensões sobre a Ucrânia. Dmytro Kuleba em entrevista ao “Bild”: Vladimir Putin entende apenas a linguagem da força

Vladimir Putin pára apenas no local de sua prisão. Ele só entende a linguagem da força. Nossa força está em nossa unidade – disse o chefe da diplomacia ucraniana Dmytro Kuleba em entrevista ao “Bild” alemão. Esta foi sua resposta à questão de como o Ocidente, em sua opinião, respondeu às ameaças do presidente russo.

O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba, em entrevista ao diário alemão “Bild”, publicada no domingo, disse que o presidente Vladimir Putin, líder da Federação Russa, é um “mestre em criar medo” e em criar a crise ele mesmo. Você tem motivos para exigir concessões.

Ao longo dos anos, seu modelo de comportamento tornou-se claro. Primeiro, cria problemas e crises, depois convida outros a discutir soluções juntos e, finalmente, apresenta soluções que exigem concessões dos oponentes. Já vimos isso muitas vezes – confirmado por Dmytro Kułeba.

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Vladimir Putin ‘entende apenas a linguagem da força’

O chefe da diplomacia da Ucrânia disse que Putin “só para quando é preso”. Ele entende apenas a linguagem da força. Nossa força está na unidade. Ele explicou que é necessário continuar a informar a Rússia do preço que pagará por mais agressão e, ao mesmo tempo, envolver Moscou no processo diplomático e forçá-la à diplomacia em vez do uso da força.

Quando perguntado se depois Série de conversações com representantes dos Estados Unidos da América, NATO e Rússia Sobre a Ucrânia, que foi realizada em Genebra e Bruxelas, a situação na Ucrânia melhorou, Kuleba avaliou que “a estratégia ocidental ainda está funcionando”.

Seria menos seguro para a Ucrânia se a Rússia pudesse dividir o Ocidente ou forçar a Ucrânia e seus aliados a violar seus princípios fundamentais. Mas a Rússia não conseguiu fazê-lo. O ministro ressaltou que a estratégia conjunta de contenção funciona e aumenta a segurança na região. Acrescentou: – Acredito no poder da diplomacia. Gostaria também de salientar que todos os nossos esforços visam dissuadir a Rússia de uma nova escalada e forçá-la a diminuir as tensões. A Ucrânia procura paz, segurança e estabilidade para si e para toda a Europa. A segurança da Ucrânia é a segurança da Europa.

Soldados russos durante exercícios. Imagem ilustrativa mil.ru

Segundo Kuleba, a comunidade euro-atlântica mostrou à Rússia que está do lado da Ucrânia. A Rússia não jurou o Ocidente falando com os Estados Unidos sobre os presidentes da Ucrânia e da Europa. O ultimato ilegal da Rússia sobre o relacionamento da OTAN com a Ucrânia foi justamente rejeitado – confirmado. Ele enfatizou que a Rússia deve continuar as negociações se não estiver planejando novas ações militares.

Expectativas do governo de Olaf Schultz

O chefe do Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia expressou sua expectativa de que o novo governo alemão liderado pelo chanceler Olaf Scholz se oponha firmemente à ameaça e chantagem russas.

Nenhum interesse comercial ou simpatia por Putin merece permitir uma nova guerra sangrenta na Europa. Estou convencido de que nossa unidade é nossa superpotência coletiva quando se trata de combater a crescente agressão russa e prevenir uma nova crise de segurança em larga escala na Europa, enfatizou Koleba.

O conflito na Ucrâniaporta

Dezenas de soldados perto da fronteira

A Rússia reuniu dezenas de milhares de soldados perto da fronteira com a Ucrânia e, em resposta aos apelos do Ocidente para acalmar a situação, em dezembro do ano passado apresentou uma lista de propostas sobre “garantia de segurança”. Relaciona-se, nomeadamente, com as aspirações euro-atlânticas da Ucrânia e da Geórgia.

A Rússia não quer que os países pós-soviéticos se tornem membros da OTAN, e também se opõe ao estabelecimento de bases militares dos EUA no território dos países da antiga União Soviética que não são membros da OTAN, argumentando que se trata de sua “segurança”.

Fonte principal da imagem: mil.ru

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