Simka sobre a política da Turquia, China e Alemanha em relação à Ucrânia e à Rússia

No domingo, o locutor foi convidado do “Salon Journalist” da TVP Info. O tema dominante na discussão foi a tensa situação internacional relacionada à concentração de forças russas na fronteira com a Ucrânia e a atuação de forças individuais no contexto da política de Moscou.

Na quarta-feira, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan pediu aos presidentes da Rússia e da Ucrânia que conversem com a Turquia para “resolver as diferenças” entre os dois países. Enquanto isso, a Alemanha foi várias vezes dificultar está sendo impedido Tentativas de entregar armas à Ucrânia.

Simka: Alemães estão se comportando de maneira triste

Os alemães explicaram que os britânicos não solicitaram permissão para voar para ajudar a Ucrânia. (…) Ninguém gosta de tomar sopa preta, porque nesses casos é feita uma simulação diplomática primeiro – disse Simka.

O colunista de Do Rzeczy chamou a atenção para dois eventos importantes na semana passada que não foram particularmente notados pela mídia na Polônia.

– O primeiro é o discurso do presidente turco, que disse que se houvesse algum problema, ele convidaria o presidente Putin e Zelensky a Ancara e procuraria uma solução. O segundo ponto também é importante. A pedido do Presidente do Cazaquistão Os russos estão retirando suas forças. Isso é interpretado de tal forma que os chineses dizem que não querem a situação, que os russos gostam de entrar, mas estão esperando muito tempo para sair, disse Peter Simka, lembrando que do ponto de vista de Pequim, o conflito em A Ucrânia não fica indiferente, pois uma parte significativa do transporte da China passa pela Ucrânia – explicou Semka.

A situação é preocupante para a Turquia e a China

– Se a Rússia introduz o princípio de que desejamos algo e outros o fazem, porque se não é uma guerra, então esta é uma situação preocupante tanto para a Turquia quanto para a China – avalia o jornalista.

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Paradoxalmente, apesar de a Alemanha se apresentar há décadas como um “tio bom” no caminho da Ucrânia para a Europa, numa altura em que assistimos a um caso de “facas na garganta”, as reacções da Turquia e da China podem ser mais otimista sobre a Ucrânia do que as declarações da Sra. Ursula von der Leyen – disse Semka.

– Blinken se reuniu com os chefes da diplomacia da Alemanha e da França, e ninguém pensou na participação do chefe da diplomacia europeia nessas conversas. Isso mostra o que é o equilíbrio de forças – enfatizou Peter Simka.

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