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Política

Prefeitura e empresários debatem comércio com países árabes

Fotos: Fotógrafos/PMJ
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Oportunidades de negócios com países árabes foram discutidas durante o encontro

Durante toda a manhã desta quarta-feira (24), empresários e representantes de países árabes participaram do “Arab Nation Day”, promovido pela Assessoria de Cooperação Internacional como parte do programa “Exporta Mais Jundiaí”. Lançado nesta gestão, o programa tem como objetivo estimular a exportação entre os empresários locais e, desta forma, contribuir para o desenvolvimento econômico do Município.

Após um breve encontro no gabinete do prefeito, onde foram recebidos pelo gestor da Casa Civil, Gustavo Maryssael, os representantes dos países falaram sobre oportunidades de negócios para um grupo de empresários da região, no auditório do Paço. “Os países árabes ocupam a 5ª posição na relação de principais parceiros comerciais do Brasil. Há ainda muito potencial a ser explorado, especialmente nos setores de turismo, infraestrutura, logística e indústria da transformação, entre outros”, afirmou o secretário-geral da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, Tamer Monsour.

De acordo com Monsour, as principais exportações do Brasil para os países da Liga Árabe são de café e açúcar. “Nos cinco primeiros meses deste ano, a exportação de café do Brasil somente para os Emirados Árabes cresceu 50% na comparação com o mesmo período de 2018. Há boas chances de o volume total bater recorde ao final de 2019”, destacou.

A gerente administrativa da Café Caiçara em Jundiaí, Carolina Pignatta, ressaltou a importância das atividades do “Exporta Mais Jundiaí” para os empresários. “Participei em outras duas ocasiões e sempre obtenho informações relevantes. Nós começamos a exportar para a Alemanha recentemente e estamos negociando para vender para Dubai. Foi um encontro muito enriquecedor”, pontuou. As barreiras tarifárias e sanitárias que existem na relação comercial entre o Brasil e os países árabes também foram tema de debate.

Para o assessor de Cooperação Internacional, Carmelo Paoletti Neto, o “Arab Nation Day” cumpriu seu objetivo. “Pudemos ver pela quantidade de perguntas feitas no final das apresentações que várias dúvidas de empresários foram sanadas e isso é muito importante no processo de incentivo à exportação na cidade”, disse.

O evento contou, ainda, com as participações do cônsul-geral do Líbano em São Paulo, Rudy El Azzi e do chefe do escritório da Câmara de Dubai no Brasil, João Paulo Paixão, além de gestores e assessores municipais.

Fonte: Assessoria de Imprensa/PMJ

Autodidata, palmeirense, apreciador de whisky e filho de "nossa terra querida", Fillipe foi criado em Jundiaí. É autoridade em Marketing de Influência. Possui grande notoriedade por ter em seu currículo, especialidade em Estratégia, Conteúdo e Ações Práticas no Marketing de Influência. Hoje, é o atual executivo da Oak Comunicação, agência paulistana de marketing de influência, relações públicas e assessoria de imprensa, onde já atendeu diversos dos maiores influenciadores e personalidades do Brasil. Trabalhou em campanhas para diversas marcas como: Rappi, Hopi Hari, VIACOM, Jack Daniels, Camarote Fan Zone, Wet’n Wild, Allianz Parque, Nickelodeon, entre outras. Fillipe também é editor-chefe do Jornal O Dia Jundiaí, diretor criativo na agência Oak Design, onde desenvolve atividades de gestão de mídias sociais, bem como análise e mensuração de resultados, e nas horas vagas é “blogueirinho” - como ele mesmo se nomeia - no Descubra Jundiaí.

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Política

Opinião: Jundiaí precisa da juventude na política

Dalmir Junior

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É muito comum ouvir por aí que jovem na política é renovação, mas não é bem assim que a banda toca. Renovação vai além de ser uma nova carinha, bonitinha, e normalmente branca e masculina. Renovação é trazer novas ideias, é mostrar pelo o que veio, diferente de muitos jovens por aí, que são eleitos à base da distribuição de ódio gratuito contra seus opositores e seus diferentes.

Jovens são normalmente confundidos com renovação, por trazerem em seus semblantes o que a política deveria trazer: o novo. Não, não estamos falando do pseudopartido que carrega esse nome.

Mas deixemos as criticas às velhas atitudes por um momento e paremos para pensar: afinal, qual é a renovação que precisamos dentro da política jundiaiense? Eu lhes respondo: precisamos de políticas públicas para TODOS, precisamos de vereadores que FISCALIZEM o executivo e acima de tudo, precisamos de OPOSIÇÃO à situação, não para que se atrapalhe o trabalho do governo, mas para que possamos ver as possibilidades de ambos os lados.

Atualmente temos um chefe do executivo e os seus 19 companheiros, que dizem ser vereadores, mas quando requisitados pela população, não movem uma palha, como foi no caso da CPI dos Ônibus, que foi parar na gaveta do presidente da Câmara e presidente do partido do prefeito, Faouaz Taha.

Nesta legislatura infelizmente só pudemos assistir a um show de horrores. Foram dezenas de leis inconstitucionais e várias moções de apoio vindas de um único vereador com a intenção de ofender e bater de frente com mulheres, jovens e LGBT’s; tudo isso pra agradar parte do eleitorado conservador.

Por outro lado, vemos jovens com a mesma prática, desnecessária e vergonhosa, de tentar diminuir o outro para tentar ser alguém, mas sabe-se bem que atrás de tanto preconceito e ódio há a falta de conhecimento sobre a política no macro.

Diferente destes, que dizem presidir movimentos conhecidos no Brasil, mas sem membros em Jundiaí, temos jovens que trabalham sério, que têm trabalho e conhecimento para mostrar, pessoas que têm história na política e que conquistaram o protagonismo sem utilizar de mentira ou da manipulação para crescer.

Jundiaí precisa sim dos jovens, Jundiaí precisa sim da renovação, mas vinda de pessoas preparadas e com vontade e força para mudar.

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Jundiaí

Filiada ao Democracia Cristã, Márcia Pará se lança pré-candidata a prefeita

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Após se desfiliar do MDB em março deste ano, Márcia Pará finalmente apresentou sua nova legenda aos seus apoiadores e possíveis eleitores. Durante a convenção nacional do Democracia Cristã, que ocorreu em Manaus durante os dias 29 e 30, Márcia Pará foi apresentada pelo partido de José Maria Eymael como pré-candidata do DC para a prefeitura de Jundiaí.

Durante a convenção, Eymael disse que o DC é uma terceira via em meio à polarização política. “O Brasil precisa, desesperadamente, de pacificadores e líderes que sejam capazes de juntar teses conflitantes e encontrar uma mediana. A posição oficial do DC é de centro pacificador”, frisou o presidente nacional.

Com 33 anos, Márcia Pará, lançou a sua pré-candidatura à prefeita de Jundiaí. Principal opositora à gestão de Luiz Fernando Machado (PSDB), Márcia carrega como principal bandeira a renovação geral da política da cidade.

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Jundiaí

A dança das cadeiras que pode virar puxada de tapete

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Começou a dança das cadeiras e mudanças partidárias, cada dia que passa as eleições de 2020 se tornam realidade constante nos bastidores da política municipal de Jundiaí, junto das eleições a famosa: janela eleitoral, onde os vereadores tem a oportunidade de encontrar outro projeto ou se firmar no grupo político que defendeu nos últimos 4 anos.

De fora, é complicado assimilar o que é base do governo e o que não é. A Câmara de Jundiaí que não conta com uma oposição de fato, lembra os famosos “Jogos de Comadre” onde o resultado quer dizer pouco, o importante é participar. E, de fato, todos estão participando do governo.

Olhando de maneira crítica parece que está tudo encaminhado para a base de um futuro governo ficar naquele chamado “núcleo duro” do governo que hoje conta com PSDB, DEM e PL (antigo PR), os próprios vereadores começaram as danças de cadeira envolta das siglas mandatárias da cidade, uma estratégia alucinada na minha opinião.

Explico o porquê: EM 2020 NÃO HAVERÁ COLIGAÇÃO. Os partidos poderão compor junto ao prefeito que escolherem, porém, mudou tudo no que cerne a forma tática de construção de chapa, o puxador de voto tem menor valor coletivo e a briga interna é mais relevante no contexto.

Nesse sentido um vereador com pouco mais de 2 mil votos que briga para a reeleição e encaminha sua mudança para uma das grandes siglas da cidade tem que ter discernimento que a chapa precisará de pelo menos mais 8 mil votos para garantir sua cadeira (média: 10 mil votos = 1 cadeira legislativa em Jundiaí) assim, se abrigar nas grandes siglas com fortes aliados (que lá na frente se tornaram adversários) pode ser uma grande furada para quem já tem mandato e busca a reeleição. Imaginar que um partido fará uma chapa de 50 mil (25% do eleitorado) votos sem ter candidato próprio à Prefeitura é uma loucura sem tamanho, e tem gente colando suas fichas nisso.

Dos 19 vereadores da cidade, cerca de 15 devem se abrigar dentre as três siglas anteriormente citadas (PSDB, DEM e PL), em um contingenciamento parecidos com as últimas eleições onde cada cadeira precisava de pelo menos 10 mil votos da coligação pertencente, hoje seria necessário cerca de 150 mil votos em primeiro turno e todos advindo da combinação Prefeito+Vereador para a reeleição, ou seja, para esses 15 vereadores se reelegerem na nova lógica eleitoral seria necessário que essas PSDB, DEM e PL concentrem 70% do eleitorado do primeiro turno o que não parece nem um pouco possível. Estão colocando todas as fichas na reeleição do Prefeito e no papel de base que desempenharam durante todo mandato. Vai ficar gente de fora por falta de leitura e estratégia.

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