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Escovar os dentes ao acordar é realmente necessário?

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Será que escovar os dentes ao acordar é realmente necessário?

Que a escovação é a melhor forma de manter a saúde bucal, prevenir e reduzir a placa bacteriana, as cáries, a halitose e as doenças bucais e periodontais, todo mundo sabe. Mas afinal, existe algum motivo concreto para as pessoas, ao acordarem, escovarem os dentes antes mesmo de tomarem o café-da-manhã?

Aliás, quantas vezes ao dia devemos escovar os dentes? De fato, parece que muitas pessoas não sabem ao certo qual a hora correta para se escovar os dentes e muitas parecem ter o hábito de apenas realizar a higiene bucal após comerem.

Por conta disso, o Sorrisologia entrevistou a cirurgiã-dentista Viviane Fellows e esclareceu as principais dúvidas sobre escovação. A partir de agora você também terá um sorriso branquinho e limpinho! Confira!

POR QUE É IMPORTANTE REALIZAR A ESCOVAÇÃO DIARIAMENTE?

É importante citar que a técnica da escovação provoca uma limpeza nas estruturas dentárias. Quando essa higiene é aliada ao fio dental, diminui consideravelmente a incidência de cáries, tártaro, gengivite e mau hálito. Segundo Viviane, ao realizarmos a escovação dos dentes, removemos algumas das bactérias presentes na boca. No entanto, as bactérias que continuam presentes acabam sofrendo um tipo de perturbação, o que faz com que elas não permaneçam no local. “Caso elas sejam deixadas na boca, elas começam a danificar os dentes de forma agressiva, como se fosse um ataque. Além disso, quanto mais tempo a placa fica em um lugar, mais provavelmente ela se tornará tártaro”, explica.

ESCOVAR OS DENTES AO ACORDAR É NECESSÁRIO? POR QUÊ?

A escovação dentária após acordar é extremamente necessária, a fim de que seja removido o maior número de placa bacteriana possível. Viviane explica que ao acordarmos, temos em nossa boca bactérias que passaram a noite em proliferação, e que de certa forma, elas se aproveitam do nosso sono para tornar mais dinâmica a organização das colônias de bactérias, já que não conseguimos removê-las das superfícies dentais com a língua ou com o pouco fluxo de saliva enquanto dormimos. A dentista esclarece que outros cuidados para se ter com a saúde bucal ao acordar é: “Após o café da manhã, escove os dentes e faça uso do fio dental, para eliminar restos alimentares que ali se encontram”.

HIGIENE BUCAL: COMO REALIZÁ-LA CORRETAMENTE E QUANTAS VEZES AO DIA É NECESSÁRIA?

Segundo Viviane, nunca é demais ter uma correta higiene oral. Para isso, o uso do fio dental, do enxaguatório bucal e uma boa escovação é imprescindível. “Deve-se fazer uso pelo menos três vezes ao dia desses componentes. Mas para aqueles pacientes que escovam os dentes mais do que essa quantidade ao dia, ficar restrito somente a uma boa escovação é uma boa opção”. A dentista explica que o ácido pode deixar seu esmalte dentário fraco, e escovar o dente logo após comer uma refeição bem ácida poderá danificar o dente mais ainda com o atrito mecânico da escova.

ESCOVAÇÃO DENTÁRIA X DOENÇAS BUCAIS

Viviane explica que as pessoas que possuem uma boa higiene oral equilibram e evitam muitas doenças, e exemplifica: “Pesquisas relatam que quando um paciente diabético possui doença periodontal, muita das vezes não conseguem ter bons resultados ao tratamento da diabete, já um paciente com uma boa higiene e uma saúde bucal adequada, tem ótimos resultados”. Ou seja, quanto maior for o número de bactérias presentes na boca, maior será a probabilidade de estes virem a sofrer de aterosclerose (condição em que ocorre o acúmulo de placas de gordura, colesterol e outras substâncias nas paredes das artérias).

Este artigo tem a contribuição do especialista: 
Viviane Fellows – Cirurgiã-dentista
Rio de Janeiro – RJ
CRO: 42816

Sorrisologia é a maior plataforma de conteúdo especializado em saúde bucal do Brasil, com artigos criados em parceria com experts em odontologia. O website é apoiado por Oral-B, uma das maiores marcas de saúde bucal do mundo, pertencente ao grupo de marcas P&G. Acesse o Sorrisologia e aprenda muito mais sobre a saúde da sua boca.

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Licença adotante e na licença paternidade

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Recentemente, foi aprovada a resolução 279/2019 que dispõe sobre as licenças paternidade e adotante para magistrados e servidores do Poder Judicial.

Assim, desde março deste ano, o poder judiciário pode prorrogar a licença paternidade por 15 dias, além de conceder 120 dias a quem adotar ou obtiver guarda judicial de uma criança para fins de adoção.

Antes dessa resolução, os pais tinham direito a apenas 5 dias de licença paternidade e o adotante tinha direito a 90 dias de licença, prorrogáveis por mais 45.

No entanto, é preciso deixar claro que para os pais conseguirem a prorrogação da licença paternidade é preciso que eles façam a solicitação da mesma até dois úteis após o nascimento ou adoção da criança, além de comprovarem participação em programa ou atividade de orientação sobre paternidade responsável.

Essa medida busca equiparar a licença adotante à maternidade, além de garantir que os pais passem mais tempo com os filhos. Ainda assim, infelizmente, ela só vale para magistrados e servidores do Poder Judiciário; outros servidores e funcionários de empresas privadas continuam sujeitos a às regras previstas pela CLT e pela lei 8.112/90 de 2014.

Filhos adotados possuem o mesmo direito que filhos biológicos

Também é interessante lembrar que os filhos biológicos e os filhos adotivos possuem os mesmos direitos. Assim, caso os pais se divorciem ou dissolvam a união estável, os filhos adotivos também terão direito à pensão alimentícia e a guarda deles, provavelmente, será a guarda compartilhada.

No mais, eles também possuem direito à herança, sendo considerados herdeiros necessários, não podendo ser excluídos da sucessão e tendo legitimidade para dar entrada no processo de inventário.

VLV Advogados – Escritório de Advocacia Valença, Lopes e Vasconcelos.

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O que pode acontecer com o pai que viaja com o filho sem autorização de viagem?

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Esse é o tipo de dúvida que sempre surge quando se pensa em viajar com o filho. O pai pode viajar com seu filho sem autorização? E se os pais do menor forem separados? Como funciona a regra para quem quer viajar com o filho para o exterior?

Primeiramente, vamos nos deter ao plano nacional, ou seja, como seriam as regras para o pai que queira viajar com o seu filho dentro do território nacional. Nesse caso, o pai pode, sim, viajar com a criança ou adolescente pelo país sem nenhum tipo de autorização, desde que comprove o parentesco.

Mas se os pais forem separados e a guarda da criança é da mãe, como fica?

Aqui, o ideal é que os pais entrem em consenso. Se não houver concordância por parte da mãe, o pai pode viajar com seu filho sem a autorização. No entanto, ele pode pedir ao juiz para que conceda a autorização, a fim de atender aos interesses da criança.

Agora, se a viagem for para o exterior, o pai pode levar seu filho sem autorização?

Nesse plano, as regras são um pouco mais rígidas e valem tanto para crianças como para adolescentes.

Então, o pai não pode viajar com seu filho menor para o estrangeiro sem a autorização da mãe, e vice-versa. Estando o menor acompanhado de um dos pais, o outro deve autorizar expressamente, de forma escrita, e com reconhecimento de firma em cartório, sejam os pais separados ou casados.

Se um dos pais divergirem sobre a questão, será necessário o pedido de autorização judicial para que se possa passar pela fiscalização da Polícia Federal nos aeroportos.

Vale lembrar que no momento em que emitir o passaporte do filho menor, os pais podem conceder a autorização para viagens do menor na companhia de apenas um deles.

É importante ressaltar que apesar de ser muito comum que pais façam viagens com seus filhos menores dentro do país sem autorização da outra parte, em se tratando de viagem para o exterior, as regras são rígidas e a fiscalização da Polícia Federal em aeroportos é quase sempre efetiva.

VLV Advogados – Escritório de Advocacia Valença, Lopes e Vasconcelos.

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A terceira via que pode decidir – Análise Conjuntural Política de Jundiaí

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Se foram quase três anos da vitória do Prefeito Luiz Fernando Machado nas urnas. Vitória expressiva por sinal, na cabeça de exatos 58,58% do eleitorado jundiaiense era a continuação do “tucanato” já conhecido por vinte anos seguidos e aprovado por grande parcela da população de Jundiaí.

Notavelmente, essa aprovação histórica não teve impacto no governo atual e sua aprovação, reflexo disso é o fato de não ter uma pesquisa de aprovação realizada desde o início da gestão Luiz Fernando Machado, a voz da rua é o marketing negativo, no momento errado para quem quer e precisa da reeleição.

Retirando o batalhão de comissionados a postos em cada publicação do Prefeito, sobram pouquíssimos comentários positivos e nessa hora o número engana quem observa de dentro. O descontentamento parece geral no boca a boca da cidade, comprovado até pela falta da pesquisa encomendada pelos próprios, política diferente de como fizeram por vinte anos, onde usava-se a aprovação como artificio.

Vendo por esse lado parece impossível a reeleição do Prefeito né? Mas, não! Como então? um prefeito sem aprovação e contestado tem chances? Aí que começa o jogo eleitoral e as cartas de cada um. Hoje o atual cenário seria um bis de 2016, claro que vai ter muitas andanças, a Márcia Pará por exemplo, já se colocou na disputa como pré-candidata, mas analisando friamente a disputa ficaria novamente em um LFM x Pedro Bigardi. E é nisso que o Prefeito aposta: a polarização esquerda x direita, mortadela x coxinha. Mesmo blá-blá-blá de 2016, que acompanhado do cenário nacional pós impeachment, com a lava-jato em destaque, facilitou a vida de quem tinha adversário à esquerda, como ocorreu por aqui.

Novamente o cenário nacional conta na leitura dessa estratégia tucana de polarização, nas urnas a menos de 1 ano a cidade contribuiu para a eleição do Presidente Bolsonaro com 170 mil votos, 78% do eleitorado demonstrou a convicção política que domina na cidade um certo conservadorismo de direita, que já era bem claro pelo histórico político recente, mas que foi evidenciado por números recentes. Esses números dizem muito da eleição de 2020 e é carta na manga para uma possível reeleição do atual prefeito.

E é aí que eu queria chegar! E se, aparecer um nome forte como terceira via como quase ocorreu em 2012, que antagonize com essa polarização encaminhada? que fuja desse calabouço ideológico e discuta o futuro e o crescimento, de fato, de nossa cidade?

Um nome? O próprio Ricardo Benassi poderia tentar fazer esse papel novamente. Mais um? Gustavo Martinelli que teve uma alta votação para deputado, já tem bastante tempo de legislativo e poderia alçar um vôo para o executivo. Alguém do PSL? Talvez.

Qualquer candidatura de peso que fuja da lógica enraizada de polarizar a cidade terá grandes chances. Quando digo “peso” quero dizer investimento mesmo, campanha é comunicação em massa da maneira mais clara: chega para mais pessoas quem usa mais recursos técnicos e tem mais recursos financeiros.

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