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Política

Doria é condenado à perda de direitos políticos por 4 anos

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O ex-prefeito de São Paulo e candidato ao governo do Estado, João Doria (PSDB), foi condenado à perda dos direitos políticos por quatro anos, em primeira instância.

A perda dos direitos políticos implica a proibição de votar e ser votado. Como ainda cabe recurso à decisão, Doria poderá continuar fazendo campanha.

O ex-prefeito foi denunciado pelo uso da marca “SP Cidade Linda” em ações da prefeitura.

Além da perda dos direitos políticos, a juíza Carolina Martins Cardoso, da 11ª Vara da Fazenda Pública, determina que Doria deve se abster de usar o slogan “SP Cidade Linda” ou qualquer outro símbolo que não sejam os oficiais. Na prática, a prefeitura já não estava usando a marca desde fevereiro.

Pela decisão, Doria também foi obrigado a devolver os “valores gastos com campanhas,veiculações publicitárias e confecção de vestuário e materiais diversos com o slogan ‘SP Cidade Linda’”, e a pagar uma multa equivalente a 50 vezes seu salário à época, além de outra multa equivalente a dez salários mínimos.

Além disso, fica proibido de fechar contratos ou receber incentivos fiscais da administração municipal por três anos, mesmo que seja por meio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário.

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Política

Opinião: Jundiaí precisa da juventude na política

Dalmir Junior

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É muito comum ouvir por aí que jovem na política é renovação, mas não é bem assim que a banda toca. Renovação vai além de ser uma nova carinha, bonitinha, e normalmente branca e masculina. Renovação é trazer novas ideias, é mostrar pelo o que veio, diferente de muitos jovens por aí, que são eleitos à base da distribuição de ódio gratuito contra seus opositores e seus diferentes.

Jovens são normalmente confundidos com renovação, por trazerem em seus semblantes o que a política deveria trazer: o novo. Não, não estamos falando do pseudopartido que carrega esse nome.

Mas deixemos as criticas às velhas atitudes por um momento e paremos para pensar: afinal, qual é a renovação que precisamos dentro da política jundiaiense? Eu lhes respondo: precisamos de políticas públicas para TODOS, precisamos de vereadores que FISCALIZEM o executivo e acima de tudo, precisamos de OPOSIÇÃO à situação, não para que se atrapalhe o trabalho do governo, mas para que possamos ver as possibilidades de ambos os lados.

Atualmente temos um chefe do executivo e os seus 19 companheiros, que dizem ser vereadores, mas quando requisitados pela população, não movem uma palha, como foi no caso da CPI dos Ônibus, que foi parar na gaveta do presidente da Câmara e presidente do partido do prefeito, Faouaz Taha.

Nesta legislatura infelizmente só pudemos assistir a um show de horrores. Foram dezenas de leis inconstitucionais e várias moções de apoio vindas de um único vereador com a intenção de ofender e bater de frente com mulheres, jovens e LGBT’s; tudo isso pra agradar parte do eleitorado conservador.

Por outro lado, vemos jovens com a mesma prática, desnecessária e vergonhosa, de tentar diminuir o outro para tentar ser alguém, mas sabe-se bem que atrás de tanto preconceito e ódio há a falta de conhecimento sobre a política no macro.

Diferente destes, que dizem presidir movimentos conhecidos no Brasil, mas sem membros em Jundiaí, temos jovens que trabalham sério, que têm trabalho e conhecimento para mostrar, pessoas que têm história na política e que conquistaram o protagonismo sem utilizar de mentira ou da manipulação para crescer.

Jundiaí precisa sim dos jovens, Jundiaí precisa sim da renovação, mas vinda de pessoas preparadas e com vontade e força para mudar.

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Jundiaí

Filiada ao Democracia Cristã, Márcia Pará se lança pré-candidata a prefeita

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Após se desfiliar do MDB em março deste ano, Márcia Pará finalmente apresentou sua nova legenda aos seus apoiadores e possíveis eleitores. Durante a convenção nacional do Democracia Cristã, que ocorreu em Manaus durante os dias 29 e 30, Márcia Pará foi apresentada pelo partido de José Maria Eymael como pré-candidata do DC para a prefeitura de Jundiaí.

Durante a convenção, Eymael disse que o DC é uma terceira via em meio à polarização política. “O Brasil precisa, desesperadamente, de pacificadores e líderes que sejam capazes de juntar teses conflitantes e encontrar uma mediana. A posição oficial do DC é de centro pacificador”, frisou o presidente nacional.

Com 33 anos, Márcia Pará, lançou a sua pré-candidatura à prefeita de Jundiaí. Principal opositora à gestão de Luiz Fernando Machado (PSDB), Márcia carrega como principal bandeira a renovação geral da política da cidade.

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Jundiaí

A dança das cadeiras que pode virar puxada de tapete

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Começou a dança das cadeiras e mudanças partidárias, cada dia que passa as eleições de 2020 se tornam realidade constante nos bastidores da política municipal de Jundiaí, junto das eleições a famosa: janela eleitoral, onde os vereadores tem a oportunidade de encontrar outro projeto ou se firmar no grupo político que defendeu nos últimos 4 anos.

De fora, é complicado assimilar o que é base do governo e o que não é. A Câmara de Jundiaí que não conta com uma oposição de fato, lembra os famosos “Jogos de Comadre” onde o resultado quer dizer pouco, o importante é participar. E, de fato, todos estão participando do governo.

Olhando de maneira crítica parece que está tudo encaminhado para a base de um futuro governo ficar naquele chamado “núcleo duro” do governo que hoje conta com PSDB, DEM e PL (antigo PR), os próprios vereadores começaram as danças de cadeira envolta das siglas mandatárias da cidade, uma estratégia alucinada na minha opinião.

Explico o porquê: EM 2020 NÃO HAVERÁ COLIGAÇÃO. Os partidos poderão compor junto ao prefeito que escolherem, porém, mudou tudo no que cerne a forma tática de construção de chapa, o puxador de voto tem menor valor coletivo e a briga interna é mais relevante no contexto.

Nesse sentido um vereador com pouco mais de 2 mil votos que briga para a reeleição e encaminha sua mudança para uma das grandes siglas da cidade tem que ter discernimento que a chapa precisará de pelo menos mais 8 mil votos para garantir sua cadeira (média: 10 mil votos = 1 cadeira legislativa em Jundiaí) assim, se abrigar nas grandes siglas com fortes aliados (que lá na frente se tornaram adversários) pode ser uma grande furada para quem já tem mandato e busca a reeleição. Imaginar que um partido fará uma chapa de 50 mil (25% do eleitorado) votos sem ter candidato próprio à Prefeitura é uma loucura sem tamanho, e tem gente colando suas fichas nisso.

Dos 19 vereadores da cidade, cerca de 15 devem se abrigar dentre as três siglas anteriormente citadas (PSDB, DEM e PL), em um contingenciamento parecidos com as últimas eleições onde cada cadeira precisava de pelo menos 10 mil votos da coligação pertencente, hoje seria necessário cerca de 150 mil votos em primeiro turno e todos advindo da combinação Prefeito+Vereador para a reeleição, ou seja, para esses 15 vereadores se reelegerem na nova lógica eleitoral seria necessário que essas PSDB, DEM e PL concentrem 70% do eleitorado do primeiro turno o que não parece nem um pouco possível. Estão colocando todas as fichas na reeleição do Prefeito e no papel de base que desempenharam durante todo mandato. Vai ficar gente de fora por falta de leitura e estratégia.

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