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Foto: Ricardo Guimarães/Diário da CPTM Foto: Ricardo Guimarães/Diário da CPTM

Cidades

CPTM pode pagar mais de R$ 1 bilhão em indenizações para empresários de Morato e Franco

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Uma briga judicial que começou há sete anos pode ter um final feliz para empresários e comerciantes de Francisco Morato e Franco da Rocha, isso porque o Supremo Tribunal Federal decidiu que eles têm direito a uma reparação financeira pela CPTM, que pode passar de R$ 1 bilhão.

A briga começou após a CPTM despejar os comerciantes que ficavam nas terras em volta das estações de ambas as cidades, segundo o empresário Artur Palice, as terras pertencem à empresa dele, já a CPTM alegava ser a dona do local. Foi então que se iniciou uma batalha judicial para definir o verdadeiro dono destas terras.

A sentença do STF detalha que o imóvel pertence à empresa de Artur desde 1922, uma circunstância que, embora explícita, é insistentemente ignorada pela CPTM. O caso então chegou a Suprema Corte, onde o ministro Marco Aurélio Mello também deu ganho de causa ao empresário.

Em conversa com Kennedy Enio, familiar de um comerciante de Francisco Morato que teve seu imóvel desapropriado, eles nos explicou como funcionava a relação entre os comerciantes e a CPTM: “toda comunicação se deu basicamente por informes judiciais ou por representações de advogados. Apesar das tentativas, sem sucesso, de contatos diretos. Com raras exceções conseguimos falar com representantes, mas tão igualmente sem sucesso. Só existiram na verdade algumas negociações de prazos para entrega das chaves. E uma série de imposições para que essa data fosse prolongada por mais alguns meses.”

Sobre a ação judicial Kennedy disse que o processo que envolve sua família está aberto desde a primeira iniciativa da CPTM em se apropriar do local, que foi por volta de 2007. “Nessa época ninguém nem pensava em indenização. Somente, manter as lojas. A indenização se fez necessária após as ações de despejo e as consequentes demolições. Eu penso que, embora útil e justo, o valor da indenização não tem tanta prioridade quanto o simples desejo de todos de reaver o direito de reconstruir suas lojas e casas. Também penso que como ocorrido nas estadualizações das ferrovias de RJ e MG, as possíveis indenizações podem demorar décadas para serem julgadas e outras décadas para serem pagas.”

Em 2009, os imóveis da empresa de Artur eram avaliados em R$ 500 milhões. Isso sem contar as centenas de comerciantes afetados na região. Se todos pedirem indenização para a companhia de trens, a estatal poderá ter de pagar uma multa bilionária. Vale ressaltar que mesmo tendo desapropriado os imóveis, a CPTM não fez nada com as terras além de largá-las com matos e os entulhos dos imóveis que derrubou.

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Campo Limpo Paulista

Ação solidária da thyssenkrupp em Campo Limpo Paulista ajuda a levar alimentação e higiene a comunidades durante a pandemia

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A fábrica de componentes automotivos da thyssenkrupp em Campo Limpo Paulista (SP) e seus colaboradores uniram-se em uma ação solidária para contribuir com famílias carentes do bairro São José, atingidas drasticamente pela pandemia da Covid-19. Essas famílias, em sua maioria de baixa renda e sem trabalho formal, sentem fortemente o impacto das ruas vazias e da impossibilidade de trabalhar para buscar o sustento diário da casa.

Juntamente com dois projetos sociais que já atuam no bairro, um dos maiores e também um dos mais carentes da cidade, a thyssenkrupp doou, nos dias 14 e 15 de maio, cinco toneladas de alimentos, itens de higiene pessoal e de limpeza para as famílias da região cadastradas junto às associações de solidariedade.

“A fábrica da thyssenkrupp de Campo Limpo é a mais antiga da cidade e sua relação com a população do entorno é muito estreita e importante. O compromisso da empresa sempre se estendeu à comunidade e, neste momento de instabilidade gerada pela pandemia, acreditamos que a empatia é ainda mais necessária”, relata Michelle Amorim, colaboradora da thyssenkrupp e uma das responsáveis pela mobilização.

“O setor automotivo está sendo profundamente impactadpelos efeitos econômicos da pandemia. No entanto, todos aqui se uniram para ajudar aqueles que estão em situação mais vulnerável. Isso me dá muito orgulho de fazer parte desta empresa”, afirma Camila Macedo, Gerente de RH da fábrica e uma das articuladoras da campanha.

Uma comunidade que se ajuda

A união entre empresa, colaboradores e associações comunitárias se encontra também com histórias de solidariedade entre aqueles que mais precisam. Veranice Lima da Silva, 50 anos, é dona de casa e moradora da comunidade Vila da Conquista, no bairro São José. Por muitas vezes, já enfrentou dificuldades para sustentar a casa, cuidar de seu filho especial e tratar de um problema de saúde. Sua dedicação em ajudar os outros é para ser aplaudida. Ela é voluntária de uma das associações do bairro e cozinha refeições para crianças da vizinhança. Com os alimentos e o gás fornecidos pela ONG, ela consegue servir atualmente o café da manhã e jantar a 124 crianças da comunidade, que estão sem merenda escolar devido às escolas estarem fechadas durante a quarentena. “A chegada dessas cestas básicas na comunidade não tem preço, sou muito grata a todos, porque vamos poder ajudar muitas famílias”, conta dona Vera.

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Empregos

Assaí Atacadista abre 285 vagas de emprego em Jundiaí

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O Assaí Atacadista, rede de atacado de autosserviço que mais cresce no Brasil, está selecionando profissionais para sua loja que será inaugurada em Jundiaí nos próximos meses. São 285 vagas para diferentes setores da unidade, como operador de caixa, operador de empilhadeira, repositor, cartazista, nutricionista, cozinheiro e atendente de vendas, incluindo oportunidades para Pessoas com Deficiência. Os interessados devem se cadastrar no site https://expansaoassaijundiai.gupy.io/ até o dia 3 de julho.

Como medida de prevenção contra a Covid-19, o processo seletivo da rede foi adaptado para ser realizado 100% online. “Em todo o Brasil, o Assaí adotou uma série de medidas para garantir a segurança de seus colaboradores e clientes. Em Jundiaí, estamos tomando todos os cuidados necessários já na etapa de seleção dos candidatos. Faremos a seletiva online para evitar deslocamentos desnecessários e aglomerações. Em especial nesse período que estamos vivendo, queremos colaborar com a geração de renda para a população, fortalecendo a economia local e cumprindo com o nosso papel na sociedade”, afirma Sandra Vicari, Diretora de Gestão de Gente no Assaí Atacadista.  

O Assaí oferece remuneração e pacote de benefícios compatíveis com o mercado. A rede possui, ainda, um plano estruturado de carreira e investe constantemente em capacitação e no desenvolvimento profissional de seus colaboradores em todo o País.

Negócio de atacado de autosserviço do GPA, um dos maiores grupos varejistas do país, o Assaí atende pequenos e médios comerciantes e consumidores em geral que buscam economia em compras de grande volume. Atacadista que mais cresce no Brasil, a rede está presente nas cinco regiões do País, com 169 lojas distribuídas em 21 estados e no Distrito Federal. Conta com uma plataforma própria de serviços financeiros, o Passaí, composta por cartão próprio e uma maquininha de cartão de crédito e débito. Anualmente, o Assaí recebe mais de 250 milhões clientes em suas unidades. Em 2019, foi eleito o atacadista mais admirado do País pelo ranking IBEVAR-FIA.

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Jundiaí

Após a quarentena, Jundiaí receberá o Bar Santa Leda

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bar santa leda jundiai

Quando a quarentena for finalizada, Jundiaí receberá um novo bar, o Bar Santa Leda. Localizado no Boulevard Beco Fino, o bar substituirá o Varuka SteakBar. A ideia inicial era de inaugurar em abril, mas por conta da quarentena devido a pandemia de Coronavírus a inauguração teve de ser adiada.

Jundiaí tem visto a sua rotina mudar e novos bares serem instalados na cidade.

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