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Política

Comissão estabelece novo cronograma para seleção dos Conselhos Tutelares

Foto: Arquivo/PMJ
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Novo cronograma define os locais, datas e horários para a seleção dos membros dos três conselhos municipais

A Comissão Especial Eleitoral do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) estabeleceu um novo cronograma para a execução das etapas de escolha dos membros que irão compor as 15 vagas dos Conselhos Tutelares do Município para o quadriênio 2020/2024. Os detalhes de datas, locais e regras podem ser conferidos no edital nº 06, de 24 de julho de 2019, publicado nas páginas 28 e 29 da edição 4587 da Imprensa Oficial.

Os 80 candidatos cujas inscrições foram deferidas (a lista encontra-se edital nº 5, publicado nas páginas 19 a 21 da edição 4581 da Imprensa Oficial) realizam prova de conhecimentos no dia 04 de agosto, no Centro Municipal de Capacitação e Formação Permanente do Magistério, que fica no 2º andar do Complexo Argos (avenida Dr. Cavalcanti, 396, vila Arens). A prova será realizada das 9h às 12h, mas é aconselhado que os candidatos cheguem ao local da prova às 8h15, ou seja, com no mínimo trinta minutos antes do fechamento dos portões, às 8h45.

A prova escrita será composta de 40 questões de múltipla escolha, sendo 20 sobre Legislação, 13 de Língua Portuguesa e 07 de Informática, além de três questões dissertativas, também sobre Legislação. Os candidatos devem comparecer munidos de documento de identificação com foto e caneta azul ou preta.

O gabarito oficial da prova deve ser divulgado na Imprensa Oficial até 07 de agosto e o prazo para recebimento de pedidos de revisão do mesmo vai até 08 de agosto. Já até 14 de agosto serão publicados os resultados de eventuais recursos e a lista dos classificados e convocados para a prova de aptidão física e moral, que será realizada nos dias 22 e 23 de agosto. A prova também será realizada no Centro Municipal de Capacitação e Formação Permanente do Magistério da UGE e o horário será especificado na publicação.

Em 28 de agosto serão publicados os resultados da prova de conhecimento e da avaliação de aptidão, com prazo para pedidos de revisão até o dia seguinte. Em 04 de setembro, será publicada a lista final dos candidatos habilitados.

Interessados em serem eleitores devem se inscrever entre 28 de agosto e 23 de setembro, por meio de informações no site do CMDCA. A campanha eleitoral dos concorrentes inicia-se em 07 de setembro e vai até 04 de outubro. A eleição e apuração está marcada para 06 de outubro. A posse dos novos conselheiros eleitos está marcada para 10 de janeiro do ano que vem.

Mais detalhes podem ser conferidos no edital nº 06/2019, pelo site do CMDCA ou pelo telefone (11) 4497-0008.

Fonte: Assessoria de Imprensa/PMJ

Autodidata, palmeirense, apreciador de whisky e filho de "nossa terra querida", Fillipe foi criado em Jundiaí. É autoridade em Marketing de Influência. Possui grande notoriedade por ter em seu currículo, especialidade em Estratégia, Conteúdo e Ações Práticas no Marketing de Influência. Hoje, é o atual executivo da Oak Comunicação, agência paulistana de marketing de influência, relações públicas e assessoria de imprensa, onde já atendeu diversos dos maiores influenciadores e personalidades do Brasil. Trabalhou em campanhas para diversas marcas como: Rappi, Hopi Hari, VIACOM, Jack Daniels, Camarote Fan Zone, Wet’n Wild, Allianz Parque, Nickelodeon, entre outras. Fillipe também é editor-chefe do Jornal O Dia Jundiaí, diretor criativo na agência Oak Design, onde desenvolve atividades de gestão de mídias sociais, bem como análise e mensuração de resultados, e nas horas vagas é “blogueirinho” - como ele mesmo se nomeia - no Descubra Jundiaí.

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Jundiaí

Filiada ao Democracia Cristã, Márcia Pará se lança pré-candidata a prefeita

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Após se desfiliar do MDB em março deste ano, Márcia Pará finalmente apresentou sua nova legenda aos seus apoiadores e possíveis eleitores. Durante a convenção nacional do Democracia Cristã, que ocorreu em Manaus durante os dias 29 e 30, Márcia Pará foi apresentada pelo partido de José Maria Eymael como pré-candidata do DC para a prefeitura de Jundiaí.

Durante a convenção, Eymael disse que o DC é uma terceira via em meio à polarização política. “O Brasil precisa, desesperadamente, de pacificadores e líderes que sejam capazes de juntar teses conflitantes e encontrar uma mediana. A posição oficial do DC é de centro pacificador”, frisou o presidente nacional.

Com 33 anos, Márcia Pará, lançou a sua pré-candidatura à prefeita de Jundiaí. Principal opositora à gestão de Luiz Fernando Machado (PSDB), Márcia carrega como principal bandeira a renovação geral da política da cidade.

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Jundiaí

A dança das cadeiras que pode virar puxada de tapete

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Começou a dança das cadeiras e mudanças partidárias, cada dia que passa as eleições de 2020 se tornam realidade constante nos bastidores da política municipal de Jundiaí, junto das eleições a famosa: janela eleitoral, onde os vereadores tem a oportunidade de encontrar outro projeto ou se firmar no grupo político que defendeu nos últimos 4 anos.

De fora, é complicado assimilar o que é base do governo e o que não é. A Câmara de Jundiaí que não conta com uma oposição de fato, lembra os famosos “Jogos de Comadre” onde o resultado quer dizer pouco, o importante é participar. E, de fato, todos estão participando do governo.

Olhando de maneira crítica parece que está tudo encaminhado para a base de um futuro governo ficar naquele chamado “núcleo duro” do governo que hoje conta com PSDB, DEM e PL (antigo PR), os próprios vereadores começaram as danças de cadeira envolta das siglas mandatárias da cidade, uma estratégia alucinada na minha opinião.

Explico o porquê: EM 2020 NÃO HAVERÁ COLIGAÇÃO. Os partidos poderão compor junto ao prefeito que escolherem, porém, mudou tudo no que cerne a forma tática de construção de chapa, o puxador de voto tem menor valor coletivo e a briga interna é mais relevante no contexto.

Nesse sentido um vereador com pouco mais de 2 mil votos que briga para a reeleição e encaminha sua mudança para uma das grandes siglas da cidade tem que ter discernimento que a chapa precisará de pelo menos mais 8 mil votos para garantir sua cadeira (média: 10 mil votos = 1 cadeira legislativa em Jundiaí) assim, se abrigar nas grandes siglas com fortes aliados (que lá na frente se tornaram adversários) pode ser uma grande furada para quem já tem mandato e busca a reeleição. Imaginar que um partido fará uma chapa de 50 mil (25% do eleitorado) votos sem ter candidato próprio à Prefeitura é uma loucura sem tamanho, e tem gente colando suas fichas nisso.

Dos 19 vereadores da cidade, cerca de 15 devem se abrigar dentre as três siglas anteriormente citadas (PSDB, DEM e PL), em um contingenciamento parecidos com as últimas eleições onde cada cadeira precisava de pelo menos 10 mil votos da coligação pertencente, hoje seria necessário cerca de 150 mil votos em primeiro turno e todos advindo da combinação Prefeito+Vereador para a reeleição, ou seja, para esses 15 vereadores se reelegerem na nova lógica eleitoral seria necessário que essas PSDB, DEM e PL concentrem 70% do eleitorado do primeiro turno o que não parece nem um pouco possível. Estão colocando todas as fichas na reeleição do Prefeito e no papel de base que desempenharam durante todo mandato. Vai ficar gente de fora por falta de leitura e estratégia.

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A terceira via que pode decidir – Análise Conjuntural Política de Jundiaí

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Se foram quase três anos da vitória do Prefeito Luiz Fernando Machado nas urnas. Vitória expressiva por sinal, na cabeça de exatos 58,58% do eleitorado jundiaiense era a continuação do “tucanato” já conhecido por vinte anos seguidos e aprovado por grande parcela da população de Jundiaí.

Notavelmente, essa aprovação histórica não teve impacto no governo atual e sua aprovação, reflexo disso é o fato de não ter uma pesquisa de aprovação realizada desde o início da gestão Luiz Fernando Machado, a voz da rua é o marketing negativo, no momento errado para quem quer e precisa da reeleição.

Retirando o batalhão de comissionados a postos em cada publicação do Prefeito, sobram pouquíssimos comentários positivos e nessa hora o número engana quem observa de dentro. O descontentamento parece geral no boca a boca da cidade, comprovado até pela falta da pesquisa encomendada pelos próprios, política diferente de como fizeram por vinte anos, onde usava-se a aprovação como artificio.

Vendo por esse lado parece impossível a reeleição do Prefeito né? Mas, não! Como então? um prefeito sem aprovação e contestado tem chances? Aí que começa o jogo eleitoral e as cartas de cada um. Hoje o atual cenário seria um bis de 2016, claro que vai ter muitas andanças, a Márcia Pará por exemplo, já se colocou na disputa como pré-candidata, mas analisando friamente a disputa ficaria novamente em um LFM x Pedro Bigardi. E é nisso que o Prefeito aposta: a polarização esquerda x direita, mortadela x coxinha. Mesmo blá-blá-blá de 2016, que acompanhado do cenário nacional pós impeachment, com a lava-jato em destaque, facilitou a vida de quem tinha adversário à esquerda, como ocorreu por aqui.

Novamente o cenário nacional conta na leitura dessa estratégia tucana de polarização, nas urnas a menos de 1 ano a cidade contribuiu para a eleição do Presidente Bolsonaro com 170 mil votos, 78% do eleitorado demonstrou a convicção política que domina na cidade um certo conservadorismo de direita, que já era bem claro pelo histórico político recente, mas que foi evidenciado por números recentes. Esses números dizem muito da eleição de 2020 e é carta na manga para uma possível reeleição do atual prefeito.

E é aí que eu queria chegar! E se, aparecer um nome forte como terceira via como quase ocorreu em 2012, que antagonize com essa polarização encaminhada? que fuja desse calabouço ideológico e discuta o futuro e o crescimento, de fato, de nossa cidade?

Um nome? O próprio Ricardo Benassi poderia tentar fazer esse papel novamente. Mais um? Gustavo Martinelli que teve uma alta votação para deputado, já tem bastante tempo de legislativo e poderia alçar um vôo para o executivo. Alguém do PSL? Talvez.

Qualquer candidatura de peso que fuja da lógica enraizada de polarizar a cidade terá grandes chances. Quando digo “peso” quero dizer investimento mesmo, campanha é comunicação em massa da maneira mais clara: chega para mais pessoas quem usa mais recursos técnicos e tem mais recursos financeiros.

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