Bolzano elogiou Putin. Fará muito para mostrar que o Brasil decide seus próprios assuntos

O Brasil, do tamanho da Europa, conseguiu o que só os russos podem sonhar: é democrático há duas gerações. Mas não foi essa a mensagem que chegou ao Kremlin na quarta-feira sobre o presidente populista de Jair Bolsanaro. Pelo contrário: o latino não só concordou com uma visita amigável no dia da planejada invasão da Ucrânia, mas também prometeu não levantar a questão ucraniana nas conversas com o líder russo. Não há dúvida de que Paulsonaro foi a Kiev em seu caminho para ou de Moscou.

Arma nuclear

Nos últimos dias, Washington pediu repetidamente ao líder brasileiro que não rompa com a Frente Única no Ocidente e evite partir para a Rússia em um momento tão emocionante. No entanto, isso era um sinal de que os americanos tinham pouca compreensão da mentalidade brasileira. Uma nação pelo menos tão orgulhosa quanto os poloneses fará muito para mostrar que eles decidem seus próprios assuntos. Ele certamente não gostaria de se submeter a um rival adulto por influência tanto nos Estados Unidos quanto nos Estados Unidos.

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Na quarta-feira, a televisão mostrou como o líder russo, um ex-líder brasileiro que vem de uma ditadura militar que caiu em 1986, cumprimenta o ex-coronel da KGB. Depois de alguns minutos, o público ficou encantado ao ver os líderes sentados lado a lado, um mais esticado que o outro – aparentemente um sinal de que eles não estavam fazendo muitas conferências diplomáticas.

Desde o início da epidemia, Polsanaro luta contra vacinas, máscaras e exclusão social. Então, ao contrário de Emmanuel Macron ou Olaf Scholes, como é possível que ele pudesse chegar tão perto do maníaco do governo-19 Putin? O brasileiro aparentemente teve que concordar que os russos experimentassem e entregassem seu DNA ao Kremlin, o que nem os franceses nem os alemães concordaram. No Brasil, contrariando suas promessas, muitos dizem que ele realmente foi vacinado. Mas há também uma explicação política: com esse gesto, o líder russo quis mostrar o quanto se preocupa em se entender com os brasileiros.

A visita de Paulsanaro fazia parte do plano mais amplo do Kremlin para fortalecer sua influência na região, muitas vezes chamada de “quintal” dos Estados Unidos. Putin, que recebeu o presidente peronista argentino Albert Fernandez em Moscou há um mês, vem desenvolvendo contatos com líderes na Venezuela, Nicarágua e Cuba, e espera fortalecer sua força na América Latina e ganhar um centro de pressão para Washington. . O Ministério das Relações Exteriores da Rússia não descartou a possibilidade de que Moscou pudesse implantar armas nucleares lá, ao que o Ministério das Relações Exteriores respondeu com raiva.

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Na quarta-feira, o coordenador militar bielorrusso treinou na Ucrânia

– É só vagabundo. Se essas ameaças continuarem, tomaremos medidas imediatas, alertaram os americanos.

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Visita à Polônia

A situação econômica do país é crucial para fortalecer a influência russa na Argentina. Buenos Aires está mais uma vez à beira da falência, com o FMI reduzindo sua dívida. Fernandez não pode desprezar o apoio do Kremlin, que acumulou US$ 600 bilhões em reservas internacionais.

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A lógica de funcionamento de Bolzano é diferente. Ele quer se libertar do isolamento internacional oito meses antes das eleições presidenciais, nas quais, a acreditar nas pesquisas de opinião, sofrerá uma derrota humilhante nas mãos de seu antecessor, o líder do Partido dos Trabalhadores de esquerda. Luís Inácia Lula da Silva. A maioria dos países europeus, incluindo França e Alemanha, rompeu com ele no início de seu mandato devido à aceleração do processo de desmatamento na Amazônia. Joe Biden, por outro lado, ainda não tinha contato com Bolsanaro, que mantinha contato próximo com seu antecessor, que ganhou o apelido de “Trump dos Trópicos”. Ele anunciou que aproveitaria o apelo de Putin para considerar fortalecer sua posição na América Latina se brasileiros-americanos furiosos não mudassem de ideia. E ele cumpriu a ameaça.

A visita coincidiu com a visita do líder latino à Hungria. De acordo com nossos relatórios, uma visita semelhante a Varsóvia está programada para março. O brasileiro está pronto para voar aqui do outro lado do mundo e recebeu pouquíssimas ligações de líderes estrangeiros.

Foi fácil para Bolzano apoiar Putin porque ele repetidamente questionou seu compromisso com a democracia brasileira. Ele declarou que não poderia aprovar os resultados das eleições presidenciais de outubro, especialmente se os eleitores pudessem votar por correspondência. O presidente ocupou metade dos cargos do governo militar, levantando preocupações de que ele retornaria à ditadura militar. Estima-se que haja um total de cerca de 6.000 pessoas em vários níveis de estruturas governamentais. Pessoas de uniforme. Foi instaurado um processo contra o Presidente para o destituir antecipadamente.

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