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A icônica banda de reggae ´Tribo de Jah´ toca no Sesc Jundiaí

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Um dos principais precursores do reggae no país, o grupo ´Tribo de Jah´ celebra seus 30 anos de carreira com o trabalho ‘Confissões de Um Velho Regueiro´, que reúne sucessos e canções inéditas. Nesta sexta (22), às 20h30, a banda apresenta seu inconfundível reggae roots no ginásio do Sesc Jundiaí. Os ingressos custam R$ 12,00 (credencial plena) R$ 20,00 (meia) R$ 40,00 (inteira) e estão à venda pela internet e na bilheteria da unidade.

Desde que se formou, no ano de 1986, a banda maranhense ‘Tribo de Jah’ mantém praticamente inalterada sua formação, com cinco de seus integrantes originais, incluindo seu fundador Fauzi Beydoun. O grupo tem como sua característica peculiar a presença de quatro deficientes visuais.  

A Tribo de Jah foi pioneira na difusão do ritmo jamaicano e da cena reggae por todos os cantos do país. Sempre abordando temas sociais, políticos e espirituais com mensagens de amor e paz. 

Sobre

A história da banda ‘Tribo de Jah’ iniciou-se na Escola de Cegos do Maranhão, onde, se conheceram os quatro músicos cegos e um quinto músico com visão parcial (apenas em um olho), lugar em que viviam em regime de internato, começaram a desenvolver o gosto pela música improvisando instrumentos e descobrindo timbres e acordes. Posteriormente passaram a realizar shows nos bailes populares da capital (São Luiz) e outras cidades do interior do estado fazendo covers de seresta, reggae e lambada.

Foi neste momento que surgiu o radialista Fauzi Beydoun, nascido em São Paulo, filho de italianos com libaneses, que já havia morado quatro anos na Costa do Marfim (África), grande aficionado pela cultura reggae a qual era efervescente em São Luis nos anos 80, e que se tornou um fenômeno quase inexplicável nas terras brasileiras do Maranhão, invadindo inicialmente os guetos para depois tomar toda cidade, o interior do estado e até os estados vizinhos.

Serviço

Tribo de Jah
Dia 22. Sexta, 20h30

Ginásio | 2200 pessoas (sendo 250 lugares sentados)

Ingressos: R$ 12,00 (credencial plena) R$ 20,00 (meia) R$ 40,00 (inteira)
Venda limitada a 4 ingressos por pessoa
Classificação: 16 anos

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Jaguariúna Rodeo Festival promove ações sustentáveis no recinto

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Foto: Diverti

Ações da Cervejaria Ambev, Brahma, ICDH e Adesol movimentam o Red Park

Os frequentadores que estiveram no Jaguariúna Rodeo Festival se depararam com diversas ações sociais no último final de semana. Distribuição de água gratuita, camisinha e reciclagem de lixo estão entre as ativações que continuam até o fim do evento, no sábado, 21. 

Por todo o recinto da festa, incluindo as áreas VIPs e arena, foram distribuídos totens com torneiras de água mineral onde é possível retirar o líquido na hora. A ação, idealizada pela Cervejaria Ambev, Brahma e ICDH, reforça a importância de manter-se hidratado com o consumo de bebida alcoólica. A ação +18 identifica todos os maiores de idade para que não haja consumo de bebidas alcoólicas por menores de idade. 

Liberadas pelo Instituto de Compromisso com o Desenvolvimento Humano, o ICDH, as ações de reciclagem de lixo ocorrem todos os dias, em todo o evento. 

O projeto Prevenção em Ação, realizado pela Adesol, está responsável pela conscientização do sexo seguro no recinto. Em uma carreta com música e cheia de animação, o Esquadrão das Drags são responsáveis por alertar o público sobre doenças sexualmente transmissíveis e por distribuir camisinhas gratuitamente. No local, também é oferecido aos funcionários do rodeio exames de sífilis e HIV.

O Jaguariúna Rodeo Festival retoma suas atividades na próxima sexta-feira, 20. Para os próximos dois dias de evento estão programados shows de Marília Mendonça, DJ Samhara, Gusttavo Lima, Jorge e Mateus, Alok, Kevinho, Pedro Sampaio e MC Kekel. Nas competições esportivas, o público irá entrar no clima radical do Last Cowboy Standing, da PBR, pela primeira vez no Brasil. 

Serviço:
Datas do evento: 20 e 21 de setembro
Endereço: Av. Antártica, 1530 – Santa Úrsula, Jaguariúna – SP, 13820-000 (Red Park)
Classificação: 18 Anos
Ingressos: https://www.totalacesso.com/event/jaguariuna_rodeo_festival_2019 

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Voltado às crianças, o musical A Borboleta Sem Asas se apresenta em Jundiaí

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Foto: Caio Gallucci

Texto que já teve até adaptações para a TV, ganha montagem com as diretoras Paula Flaibann e Bebel Ribeiro; o mote da peça é a deficiência como eficiência e singularidade.

Babi é uma borboleta que nasceu sem asas. Certo dia, ela decide ir até o lago com as outras borboletas, mas elas a destratam por causa de sua deficiência. Ao decidir ir até o lago pela terra, ela conhece diversos outros insetos que a ajudam em sua trajetória, como a abelha Abel, o caramujo Magnólio e o vagalume Lamparino, entre outros, cada um com sua particularidade. O musical A Borboleta Sem Asas é uma obra de César Cavelagna, com dramaturgia de Marcos Ferraz, músicas de Marcos Okura, Ricardo Brunelli e Vinícius Loyola, direção musical de Vinícius Loyola e direção artística de Paula Flaibann e Bebel Ribeiro. O espetáculo faz duas apresentações, às 9h30 e às 14h30, dia 25 de setembro de 2019, quarta, no Theatro Polytheama, em Jundiaí.

A peça, que ganha versão atualizada em 2019, foi criada em 1996 a partir de um desejo de César Cavelagna e Marcos Okura de discutir o assunto da deficiência com os pequenos. O sucesso da abordagem foi tamanho que A Borboleta Sem Asas ganhou duas montagens profissionais para o palco, uma delas da extinta Cia de Teatro Rock, de Ferraz, Okura, Fezu Duarte e Fábio Ock; uma montagem criada por estudantes ao fim de uma oficina de teatro e uma adaptação audiovisual para o programa Teatro Rá-Tim-Bum, da TV Cultura.

A nova versão, com direção assinada por Bebel Ribeiro e Paula Flaibann, aposta na proximidade com as crianças da nova geração. Para isso, algumas adaptações foram feitas, como músicas que flertam mais com o pop e a principal ocupação das borboletas que hostilizam Babi – se na versão original elas eram modelos, agora elas são digital influencers. “É uma versão da Borboleta para os anos 2020”, diz Marcos Okura, que acompanhou o processo de criação da peça como supervisor artístico.

O espetáculo é composto por dez músicas. O diretor musical Vinícius Loyola apostou em diferentes gêneros e referências que alcançam crianças e adultos. Pop, rock, tango, disco e axé integram a trilha sonora. Os figurinos de Juliana Sanches fogem do óbvio na representação dos insetos. “Não quisemos nada muito realista, há apenas alguns elementos do figurino que remetem ao inseto em questão, mas isso só se revela mesmo pela dramaturgia”, contam as diretoras.

O cenário, também assinado por Juliana, é simples e objetivo. Escadas, guarda-chuvas estilizados como flores e puffs em forma de cogumelos enfeitam o jardim que ambienta a história. As diretoras contam que as adaptações feitas no texto foram anotadas em tempo real para manter a dinamicidade da peça. “Uma piada que funciona hoje pode perder o sentido em pouco tempo, então fazemos atualizações a cada ensaio para que possamos manter a peça atual em todas as sessões e temporadas”, contam.

A peça foi viabilizada pelo Grupo Trapiche de Teatro, que tem como essência de seus estudos encontrar pontos de intersecção entre o teatro musical, o cinema e o teatro clássico ou teatro de texto. “Trazer um tema de tamanha relevância como esse, em um país onde ainda sofremos com a falta de apoio e preocupação com o portador de necessidades especiais num espetáculo voltado para o público infantil e jovem, colabora no debate e age como agente facilitador para a discussão principal”, conta Nayana Gomes, do Grupo Trapiche.

Ao convidar os artistas para criar a nova versão de A Borboleta Sem Asas, o Grupo Trapiche deu total liberdade para que a equipe criativa desenvolvesse a peça. “Fizemos uma audição em que recebemos mais de 200 currículos. Fizemos testes com 60 pessoas, chegamos em 18 e selecionamos para a montagem sete artistas”, contam Paula e Bebel.

Além da exigência de que os selecionados fossem habilitados para atuar de acordo com técnicas do teatro musical, a seleção também levou em conta a diversidade, resultando assim num elenco plural em vários aspectos. “Temos atores de Fortaleza, Distrito Federal, Manaus e interior de São Paulo, em cidades como Caieras, Bauru e Santo André”, conta o diretor musical Vinícius Layola.

Para a equipe, as personagens da peça também trazem elementos humanos que podem gerar reflexões nos adultos e crianças sobre o respeito à diversidade. “O zangão é debochado e vaidoso, a abelha é muito trabalhadora, o caracol é um tipo apaixonado e o vagalume é um sábio”, contam as diretoras. Okura, único integrante que também faz parte da equipe original de A Borboleta Sem Asas, afirma que mesmo com todas adaptações, a mensagem de acolhimento das diferenças e do entendimento que são elas que nos fazem únicos está mantida na peça. “Essas questões são atemporais e estão retratadas o tempo inteiro”, opina.

SINOPSE
O espetáculo é ambientado em um grande jardim, onde vários animais e insetos buscam viver em harmonia. Assim, à medida que segue em direção ao lago, Babi, a borboleta sem asas, conhece o caramujo Magnólio, a abelha Abel e o vagalume Lamparino, entre outros, cada um com sua particularidade. E vai descobrir, nessa caminhada, que as deficiências são eficiências singulares, um modo particular de ser e estar na vida.

FICHA TÉCNICA
De: César Cavelagna
Texto: Marcos Ferraz
Direção Artística: Paula Flaibann e Bebel Ribeiro
Direção Musical: Vinícius Loyola
Cenário e Figurino: Juliana Sanches e Felipe Cruz
Elenco: Ana Bia Matos (Babi), Alba Brito (Abel), Daniel Selles (Lamparino), Bruno Vaz (Zangão), Maísa Lacerda (Amélia), Fabio Fernandes (Magnólio) e Giovanna Federzoni (Hortência)
Realização: Grupo Trapiche
Produção: Nayana Gomes

SERVIÇO
A Borboleta Sem Asas
Dia 25 de setembro de 2019
, quarta-feira, às 9h30 e às 14h30
Theatro Polytheama
R. Barão de Jundiaí, 176 – Centro, Jundiaí
Tel: (11) 4586-2472
Duração: 60 minutos
Ingresso: R$40 (inteira) e R$ 20 (meia)
Classificação: Livre (Recomendado para crianças a partir de 4 anos)

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Festival de danças urbanas tem edição especial nesse mês

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Foto: Bruno Lenses

Profissionais e estudantes de danças urbanas vão se reunir novamente em Jundiaí para uma edição especial do Hip Hop District, festival internacional que acontece anualmente há três anos. As atividades vão acontecer nos dias 28 e 29 de setembro na Praça da Matriz e no Espaço Kahal.

Diferente da edição anual, que reúne milhares de pessoas durante cinco dias, a edição LAB (termo que remete à experimentação, em tradução livre) terá programação intensa, mas para um número reduzido de participantes, priorizando a conexão e a troca de conhecimentos.

Workshops, batalhas e apresentações de dança acontecerão nos dois dias.

Os brasileiros Edson Guiu, Filipe Ursão, Fran Manson, Guiga de Souza, Israel Alves, Márcio Alves, Mayara Müller e Romulo Oliveira, além do alemão Majid Kessab, são os professores convidados dessa edição para aulas de estilos como choreo, dancehall, house, vogue e jazz funk.

Pelo preço único de R$ 50 o público poderá participar de nove aulas exclusivas, assistir às batalhas e apresentações, e participar de bate-papos especiais. As inscrições para participantes individuais e grupos devem ser feitas através do site www.hiphopdistrict.com.br.

Ação Cultural — A edição LAB do Hip Hop District conta com patrocínio da indústria de doces FINI por meio do Programa de Ação Cultural do governo estadual (ProAC), e vai promover atividades gratuitas entre setembro em outubro no Centro e periferias de Jundiaí. “Aulões” gratuitos e apresentações de dança vão acontecer na Praça da Matriz e nos bairros Jardim Fepasa, Morada das Vinhas, Santa Gertrudes, Corrupira, São Camilo e Varjão. Datas e detalhes das programações serão divulgados em breve nas redes do festival (@h2district).

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