Fique Conectado

Saúde

7 mitos sobre clareamento dental

O Dia Jundiaí

Publicado

em

Já faz tempo que você tem notado que seu sorriso não está como antes. Seja pelo próprio tempo, alimentação ou hábitos, ele amarelou. O clareamento dental, certamente, seria a técnica mais indicada, mas ao pesquisar sobre o assunto, seja na internet ou na opinião de amigos, você ouviu diversas informações preocupantes e algumas até contraditórias. E agora? Para tranquilizar você, saiba que desistir de fazê-lo não é uma opção e descobrir o que um especialista no assunto tem para dizer é muito mais saudável e seguro. Confira 7 mitos sobre o tema com o dentista Daniel Sene.

1.      Alimentos corantes não devem ser consumidos

Se você é apaixonado por café ou aquele bom vinho, pode respirar aliviado porque o consumo deste e outros alimentos com corante não está proibido. Entretanto, o profissional, de fato, vai recomendar que no período do clareamento eles sejam evitados. Isto porque, os dentes estarão com seus “poros” abertos e por isso, podem manchar durante sua ingestão. “Depois do processo concluído, não há o menor problema em voltar a ingerir estes alimentos e bebidas”, diz o profissional.

2.      O clareamento deixa os dentes mais sensíveis

Essa é uma das maiores preocupações para quem quer clarear os dentes. Daniel explica que este cenário varia para cada pessoa, mas normalmente não acontece. “Existem produtos e técnicas que amenizam muito este tipo de problema. Mas, se o paciente tem retração gengival pode haver sim sensibilidade durante o processo”, comenta.

3.      O clareamento altera as restaurações já existentes

Não é bem assim. Acontece que a ação do agente clareador não penetra na cor das restaurações, fazendo com que esses dentes fiquem mais escuros do que os dentes clareados, causando assim uma desarmonia estética. Neste caso o paciente precisa saber que talvez tenha que trocar ou retocar as restaurações antigas.

4.      O clareamento estraga o esmalte dos dentes

Outro grande mito. Até porque, pense dessa forma, não há sentido em corrigir um problema estético com uma técnica que resultaria em outro dano para saúde bucal, certo? Acredite, seu dentista sabe o que está fazendo. “Os produtos usados, independente da técnica, não causam nenhum dano à estrutura do dente, mesmo porque eles apenas removem o pigmento corante”, garante o profissional.

5.      O resultado ficará artificial

Sabe aquele dente tão branco que parece um chiclete? Se você teme esse efeito artificial, mais uma vez o profissional derruba um mito. “O dente deixa de ficar natural quando é revestido por materiais que não copiam exatamente as diferentes cores de cada dente, o clareamento respeita o tom natural”.

6.      O clareamento não é indicado para fumantes

O ideal seria mesmo parar de fumar, certo? Não apenas pelos resultados na técnica, mas por uma questão de saúde de todo o corpo. Entretanto, o clareamento não está proibido em pacientes fumantes, o que pode acontecer é dos dentes amarelarem mais rapidamente.

7 – O MÉTODO MAIS EFICAZ É O CLAREAMENTO A LASER

O clareamento a laser, ao contrário do caseiro, tende a clarear os dentes mais rapidamente, mas possui menor poder de penetração, ou seja, logo os dentes voltam à cor original. Geralmente, os dentistas combinam as duas técnicas para resultados ainda melhores, mas o seu caso deve ser avaliado e indicado por um profissional.

Expert:

Daniel Sene

CRO-SP: 70572

Cirurgião Dentista da Clean Odontologia.

Sobre o Sorrisologia:

Sorrisologia é a maior plataforma de conteúdo especializado em saúde bucal do Brasil, com artigos criados em parceria com experts em odontologia. O website é apoiado por Oral-B, uma das maiores marcas de saúde bucal do mundo, pertencente ao grupo de marcas P&G. Acesse www.sorrisologia.com.br e aprenda muito mais sobre a saúde da sua boca.

Saúde

10 coisas que fazem mal para os dentes: veja hábitos e alimentos do dia a dia que prejudicam seu sorriso

O Dia Jundiaí

Publicado

em

Pode até não parecer, mas alguns hábitos e até mesmo alimentos podem prejudicar bastante o seu sorriso. Se à primeira vista, morder a ponta da caneta ou beber algumas xícaras de café parece algo inocente, a longo prazo eles podem danificar as estruturas dentárias, favorecer o surgimento de cáries e até mesmo escurecer os dentes. Listamos hoje algumas coisas do nosso dia a dia que fazem mal aos dentes. Aproveite ficar de olho e rever sua rotina!

  1. 1. Beber refrigerante em excesso

Rico em açúcares, beber refrigerante com frequência pode se tornar um prato cheio para as cáries – especialmente se a higiene bucal é negligenciada. Além disso, a bebida também podem corroer o esmalte dental, deixando as estruturas mais frágeis. Isso acontece porque as bactérias da boca reagem com os açúcares, gerando subprodutos ácidos.

  1. Morder balas e doces muito duros

Rapadura, pé-de-moleque, balinhas caramelizadas… Quem nunca apostou em um docinho de textura mais dura para adoçar o dia? Entretanto, é preciso ficar de olho nesses alimentos, viu? Por ser necessário chupá-los, o açúcar presente nas balas fica em contato com nossos dentes durante muito mais tempo, o que aumenta o risco de cáries. Além disso, não é recomendado mordê-los, já que esse ato pode quebrar os dentes.

  1. Consumir tomate e frutas ácidas em excesso

Tomate e frutas como limão, laranja e abacaxi também podem prejudicar os dentes. Os cítricos são conhecidos por seu potencial ácido, que danifica a estrutura dentária e a deixa mais fragilizada. O tomate traz ainda outra questão, principalmente se for transformado em molho: além da acidez, o tom vermelho pode penetrar e pigmentar os dentes, deixando-o com um aspecto escurecido e amarelado.

  1. Beber café com açúcar diariamente

Quem faz clareamento já sabe que é importante deixar o cafezinho de lado durante o tratamento: como é escuro, ele pode deixar os dentes manchados, especialmente se consumido com frequência. Esse hábito é ainda mais prejudicial para o seu sorriso quando a bebida é adoçada. Por isso, o ideal é diminuir o consumo de café ao longo do dia e tomá-lo sempre puro ou com um pouquinho de leite.

  1. Escovar os dentes rapidamente e com força

Você já sabe que a escovação diária é essencial para um sorriso bonito e saudável, mas isso também está relacionada à forma como você escova os dentes. Nada de fazê-lo rapidamente e, muito menos, aplicando força demais. Além de não promover uma limpeza profunda, deixando restinhos escondidos entre os espacinhos da boca, você corre o risco de machucar as gengivas.

  1. Não usar o fio dental durante a rotina de cuidados com os dentes

Ok, você até pode estar escovando os dentes da forma correta, mas tem usado o fio dental? Acredite: ele fará toda a diferença na sua rotina – e além disso, o dentista pode perceber que você tem pulado essa etapa durante sua próxima consulta. Não usar o acessório contribui para o acúmulo de bactérias nos dentes e até mesmo para a inflamação das gengivas.

  1. Morder pontas de lápis e tampas de caneta

Muita gente tem o hábito de morder pontas de lápis e tampas de caneta durante momentos de estresse e ansiedade. A maioria não se dá conta dessa pequena mania, mas é melhor ficar alerta! Mesmo que morder o objeto alivie um pouco das sensações ruins, há riscos de fraturas e trincos na estrutura dos dentes, já que isso força os ossos e as gengivas.

  1. Abrir latinhas e embalagens com os dentes

Quem nunca contou com uma ajudinha dos dentes para abrir uma latinha de refrigerante ou um sachê de ketchup? É hora de aposentar esse hábito! Assim como nos casos de lápis e canetas que comentamos acima, isso pode levar à fraturas, trincos e outros danos na estrutura óssea dental. Melhor evitar, certo?

  1. Fumar

Você provavelmente já ouviu falar que o cigarro amarela os dentes, certo? Pois bem, é verdade: a nicotina acaba se acumulando na superfície dos dentes, criando o aspecto manchado. Além disso, fumar traz uma série de outros riscos para sua saúde, incluindo o câncer bucal.

  1. Beber vinho em excesso

O vinho faz sucesso durante os meses mais frios do ano e, embora uma tacinha da bebida possa trazer muitos benefícios para saúde, consumí-lo em excesso pode prejudicar seu sorriso. Por conta da coloração escura, ele pode deixar os dentes com um aspecto escurecido e amarelado. Além disso, o caráter ácido da bebida contribui para a erosão e a desmineralização dentária.

 

Continuar Lendo

Saúde

Veja as possíveis causas de uma gengiva inflamada e como tratar

O Dia Jundiaí

Publicado

em

Sabemos que a gengivite é a inflamação do tecido gengival e geralmente é uma resposta ao acúmulo excessivo de placa bacteriana na cavidade bucal. Porém, a doença é multifatorial, ou seja, ela pode depender de outras patologias para ocorrer e, se somada a outros fatores, pode acabar desencadeando doenças como diabetes, leucemia, síndromes e má nutrição. Além disso, para as mulheres, é importante o alerta a esses sinais, principalmente no período de gravidez, onde o aumento hormonal é um fator de predisposição para o aparecimento da doença. Conversamos com a dentista Luciana Garcia que explica como se prevenir e como tratar a gengivite de forma correta.

Quais sintomas, além do sangramento, indicam um quadro de gengivite?

O ideal para não se contrair a gengivite é sempre prevenir com idas periódicas ao dentista e ser instruído pelo profissional quanto à higiene bucal ideal. Porém, se o paciente já apresentar os sinais de inflamação, que incluem vermelhidão, inchaço, sangramento, mau odor e dor, ele deve procurar imediatamente um dentista. “Ao analisar esses sinais, junto com o grande depósito de placa bacteriana, o profissional irá diagnosticar e orientar o paciente quanto ao melhor tratamento do quadro apresentado”, comenta Luciana.

Como prevenir?

A prevenção do quadro de gengivite está diretamente associada aos hábitos de higiene bucal do paciente. Vale ressaltar que o uso de fio dental deve ser indispensável no momento da limpeza. A dentista completa: “Se o paciente utilizar a escova de maneira correta, ele apenas com uma boa higiene consegue remover os depósitos bacterianos que futuramente iriam permitir a inflamação gengival”, comenta.

Qual o tratamento indicado para casos de gengivite?

O tratamento indicado nessa situação é a remoção do acúmulo dos depósitos de placa bacteriana da superfície dentária. “O procedimento geralmente aplicado nesses casos é chamado de raspagem e profilaxia”, informa Luciana. A partir desses procedimentos, que se consistem em uma limpeza mais profunda do que a feita em casa, o dentista também conseguirá remover áreas que podem está facilitando a acumulação da placa bacteriana como restaurações com excesso ou próteses mal adaptadas. É recomendado que mesmo que o paciente não possua nenhuma doença relacionada à sua gengiva, a limpeza seja feita de seis em seis meses por um profissional de odontologia para a manutenção da higiene bucal.

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Luciana Garcia – Ortodontista
Brasília – DF
CRO-DF 9267

Formada em odontologia desde 2004 pela Unimar (Universidade de Marília) e especializada em ortodontia.

Continuar Lendo

Saúde

Aparelho ortodôntico em adultos: o tratamento é o mesmo?

O Dia Jundiaí

Publicado

em

Descobriu que precisará usar aparelho ortodôntico na fase adulta? E agora? Veja o que muda e como se cuidar

Você já ouviu por aí que adultos já estão “velhos” para cuidar de sua higiene bucal? Por mais que isso seja algo comum de se ouvir, a utilização do aparelho ortodôntico é indicada, na verdade, para pessoas de todas as faixas etárias. O aparelho dentário em adultos busca corrigir, sobretudo. Mas será que o resultado é o mesmo? O tempo de uso é maior do que em crianças e adolescentes? Quais cuidados se deve ter? Confira toda a explicação da ortodontista Andréia Cotrim.

O QUE É PRECISO PARA COLOCAR UM APARELHO ORTODÔNTICO?

Para iniciar o tratamento ortodôntico em adultos é preciso, antes de tudo, de uma consulta com um ortodontista. Ele vai analisar o estado da arcada dentária, que é o fator mais importante a ser observado antes do uso dos aparelhos. “É importante a verificação da saúde periodontal (gengivas) e se os tecidos ósseos estão saudáveis, sem sinais de reabsorção óssea ou radicular”, esclarece a dentista.

ENTENDA QUAL É O SEU CASO

Segundo Andréia, o uso do aparelho ortodôntico para essa faixa etária é voltado tanto para casos de simples correção estética quanto para outros em que se encontra a má oclusão. Ou seja, quando a posição de mordida entre a arcada superior e inferior não se encontram dentro do padrão, podendo estar muito para frente ou para trás. Somente um profissional pode dar o diagnóstico correto e indicar o tratamento.

QUAL A DIFERENÇA ENTRE O USO DO APARELHO POR JOVENS E ADULTOS?

Os aparelhos ortopédicos são aqueles usados na fase de crescimento de uma criança ou um adolescente. Nessas fases, esses aparelhos conseguem corrigir, se necessário, a base óssea do paciente. É no caso dos adultos em que se encontra a diferença: “Nos adultos, com o aparelho, só conseguimos corrigir o posicionamento dental. Se necessitarmos de uma correção das bases ósseas será necessário o tratamento associado à cirurgia ortognática”, explica a ortodontista. O resultado será o mesmo, apenas o procedimento é diferenciado.

O TEMPO DE USO DO APARELHO É O MESMO?

Não! Essa é uma das maiores concepções falsas sobre o uso dos aparelhos dentários nos adultos. “O tempo de aparelho ortodôntico fixo acaba sendo sempre mais ou menos igual, uma vez que há uma sequência lógica de fios utilizados na maioria dos tratamentos ortodônticos”, explica ela. O que acontece é que, em alguns casos, há uma movimentação ortodôntica mais complexa que o normal. Mas essas situações dependem das respostas de cada organismos, o que não depende de idade.

FIQUE ATENTO AOS CUIDADOS COM SEU APARELHO DENTÁRIO

Pacientes adultos devem fazer visitas regulares ao consultório de dentistas, especialmente nos casos de uso dos aparelhos dentários. Além disso, diariamente, é preciso manter os cuidados básicos buscando a boa higiene oral: escovar os dentes regularmente e passar fio dental sempre antes e depois de dormir e após as refeições. O ideal é procurar um profissional capacitado para que ele possa ajudar a fazer o tratamento direcionamento para o seu caso específico. Mas que a verdade seja dita: Nunca é tarde para o sorriso perfeito!

Andréia Cotrim Ferreira

CRO-SP: 39000

Mestre em Ortodontia pela Faculdade de Odontologia da Universidade Cidade de São Paulo. Coordenadora dos Cursos Clínico e Laboratorial em Ortodontia Lingual do Instituto Vellini. Co-autora do livro Ortodontia: Diagnóstico e Planejamento Clínico; Autora do livro Ortodontia Clinica – Tratamento com Aparelhos Fixos.

Continuar Lendo

+ Lidas